Ainda não escrevi sobre os últimos quatro jogos do Grêmio
pelo Brasileirão. Escreverei agora. Como aqui as coisas são diferentes, nesse
post, escreverei apenas sobre os últimos três cotejos. A partida contra o
Coritiba será relatada em texto posterior. O motivo? Bem, eu estive presente na
Arena e assisti a derrota pessoalmente. Tudo que envolve esse jogo merece ser
relatado minuciosamente.
Vamos aos outros:
Bahia 0 x 3 Grêmio. Arena Fonte Nova, em Salvador-BA.
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| Riveros marca e quase vai para o saco |
Não assisti. No momento do jogo, eu viajava de Porto Alegre
para o Rio de Janeiro. Só tive tempo de escutar um pouco dos comentários no
intervalo, quando fiz escala em Congonhas. Quem me salvou nessa foi o meu
mestre/primo/irmão Doc Matheus. Pedi para ele me avisar o resultado do jogo
pelo WhatsApp. Assim que cheguei ao Galeão, lá estava o relato dele sobre a
primeira vitória tricolor fora de casa – depois de quase cinco meses ou coisa parecida.
Surpreendente, diga-se. Valeu, doc.
Grêmio 3 x 1 Cruzeiro. Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS.
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| Diiiiiidaaaaaa |
O Cruzeiro dominou todo o primeiro tempo, mas a expulsão de
Souza e o penal defendido por Dida deram o ânimo que o Grêmio precisava para
buscar a vitória. O segundo tempo foi todo tricolor. Como faz certo tempo que o
jogo aconteceu, estou com preguiça de falar mais detalhadamente sobre o
assunto. Vamos por tópicos:
- Werley fez um gol e não comemorou. Segundo consta, o motivo é que o cidadão recebeu uma proposta da Lázio da Itália e o Grêmio não liberou. Tem todo direito a indignação, mas o que a torcida tem a ver com isso? “Protesto” idiota. Eu, se fosse diretor de futebol, pagava tudo que está na lei e demitia o jogador. Tá se achando o Beckenbauer.
- Barcos jogou muito bem e marcou um belo gol.
- Hoje, Kléber Gladiador é titular. Vargas, quando voltar, tem que ser banco.
- Durante a partida, fumei muitos cigarros.
Ótima vitória.
Vasco 2 x 3 Grêmio. Estádio São Januário, no Rio De
Janeiro-RJ.
Partida que aconteceu no ridículo horário das 21h de um
sábado. Se bem que é melhor que assistir aquela novela das oito que está bem
mala. Ou melhor que assistir, sei lá, José do Egito, na Record. Passa isso aos sábados?
Depois de 87 anos e 32 dias sem ganhar fora de casa, o
Grêmio venceu a segunda seguida.
Renato armou um time com três zagueiros, três volantes e
nenhum armador sequer. Nada. Nem um cara tipo o Maylson. Pensei seriamente que
íamos entrar pelo cano. Era o esquema mais retranqueiro desde aquele armado por
Juarez Roth, nas quartas de final de 1998, contra o Corinthians.
Mas o que se encaminhava para um vexame acabou se tornando
uma grande vitória. Barcos – em falha de Cris, claro -, Ramiro em um golaço e Barcos
mais uma vez, decretaram a vitória tricolor. E é isso aí. Só isso? Sim. Não
estou com saco suficiente para falar sobre o jogo e quero fumar um cigarro.
Três jogos, três vitórias e três gols por partida. Que
continue assim.


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