segunda-feira, 11 de novembro de 2013

E a Copa do Brasil, hein?

A grande verdade é que eu não tenho mais saco para escrever sobre o Grêmio e seus resultados medíocres. Mas, tal qual um fanático, estou aqui. Nada fanático, diga-se. Quase largando de vez, diga-se também. Dos seis jogos do Grêmio na Copa do Brasil, eu escrevi apenas sobre um. Então, em tópicos, lá vai o que eu achei dos outros cinco.

1º: Jogo de volta contra o Santos, na Arena. Foi um sufoco, mas o Grêmio fez os dois tentos necessários. "ESSE É O GRÊMIO!", bradei no final da partida. Bons tempos.


2º: Primeiro jogo das quartas de final, contra o Corinthians, em São Paulo. Jogo fraco em que o Grêmio jogou relativamente bem.


3º: A imagem da partida:
Risos

Durante os noventa minutos? O Grêmio não jogou nada. Durante os pênaltis? Fez tudo para perder. Mas Dida foi o herói. Ao lado do Pato, evidentemente. Quando terminou o jogo, eu tive certeza: o Grêmio seria campeão. Ia acabar o jejum.


4º: Primeiro jogo das semifinais contra o Atlético-PR, na Vila Capanema. Perdeu (com gol do DELATORRE, é mole?). Mas eu tinha certeza que, na Arena, o Grêmio virava.


5º: Vou resumir da seguinte maneira: O Grêmio não pode - EM HIPÓTESE ALGUMA - ser eliminado de uma Copa do Brasil, pelo Atlético-PR. Mas ele conseguiu essa façanha um tanto quanto patética. E dentro de casa. Mais um ano sem ganhar porcaria nenhuma.







sábado, 26 de outubro de 2013

A camiseta

Era uma bela camiseta
Corria o ano de 1995 e, ao contrário do que se passou depois, esse era um bom momento para ser uma criança gremista. Tu não escutavas gozação e, a qualquer dia da semana, estavas vibrando com alguma vitória tricolor. No colégio então, nas peladas do recreio, era uma barbadinha. Só colocar uma camiseta e pronto: tu viravas o Jardel, o Paulo Nunes ou, até mesmo, o Arílson (por que não?). Todos usavam suas belas camisetas tricolores; aquele azul claro bonito, o distintivo em relevo (tinha que estar em relevo, senão não era original). Menos eu. Eu usava uma camiseta reserva; branca, número 10. Ela era de 93, Dener era o 10.
Naquele ano, entrei na metade do semestre no colégio São Pedro. Isso é sempre horrível porque não conheces ninguém e, para uma criança tímida feito eu, fazer amizades não era a coisa mais fácil do mundo. Entretanto, o futebol sempre ajuda. Ironicamente, a primeira amizade que eu fiz foi com um colorado, o Thiagão. E um dia ele me deu a letra:
- Ô, meu. Amanhã a gente vai jogar bola. Vem com a camiseta do teu time. Tu é gremista ou colorado?
Respondi, ele riu e me falou pra eu colocar a camiseta e aparecer no colégio na parte da tarde. Maravilha. Naquela época, antes do cigarro entrar na minha vida, eu ainda jogava relativamente bem e acho que isso seria um bom momento para angariar algumas amizades. O problema todo seria a camiseta. Como eu ia aparecer com aquela camiseta de 1993? Certo que iam me perguntar onde estava o emblema em relevo. Eu precisava bolar uma boa história, caso me perguntassem alguma coisa. A alternativa foi dizer que aquela camiseta foi o último presente que o meu pai tinha dado antes de falir. Mas não deu tempo para essa bobagem.
Logo que cheguei ao colégio, começaram as piadas dando conta de que a minha camiseta era falsificada, que eu tinha achado jogada na Farrapos ou que eu roubei de um travesti lá na Voluntários. Eu era tímido, lembra? Então eu não respondi, apenas sorri e fui jogar bola. Mas eu já era da turma. A camiseta fez isso. Joguei bem, fiz três gols e, a partir daquele dia fiquei conhecido como o Zumbi camelô. Zumbi, por causa das minhas olheiras e camelô, por causa da camiseta. Esse apelido durou um bom tempo, até eu ganhar a camiseta oficial de 95. ganhei da minha vó e da minha tia. Elas já tinham dito que iam me dar e, um dia antes do meu aniversário, fui deitar pensando que tinha que ser a sete ou a 16. Ganhei a seis, do Roger. Sim, grande lateral, é verdade. Mas veja, eu queria fazer gols e, com a camiseta de lateral esquerdo, eu não ia fazer muitos gols. Continuei usando a “falsificada”. Usei aquela camiseta até o dia seguinte, após o Grêmio perder para o Ajax, quando berraram pra mim na rua:
- Além de perder, usa camiseta comprada no camelô?
Assim que cheguei em casa, ela foi aposentada. Passei a usar a do Roger e minha temporada de futebol no colégio foi um horror. Meu futebol só melhorou quando ganhei uma nova, mas essa, de centroavante. Do Clóvis. Aquele do golaço contra o Corinthians. Que alegria. Pensando bem, nem melhorou tanto assim.

O segundo turno até agora

Náutico 0 x 2 Grêmio. Arena Pernambuco, em Recife – PE

Freguês. O dia em que Máxi Rodrigues deu um belo passe e Paulinho (muito ruim!) marcou um golaço.

Grêmio 0 x 1 Atlético – MG. Arena, em Porto Alegre – RS

Aniversário do Grêmio. Perdeu para o time do Ronaldinho. Pois é.

Grêmio 1 x 1 Santos. Arena, Porto Alegre – RS

Não lembro nada desse jogo.

Vitória 0 x 0 Grêmio. Barradão, em Salvador – BA

Marcaram um impedimento absurdo contra nós. É isso que eu lembro.

São Paulo 0 x 1 Grêmio. Morumbi, São Paulo – SP

Não assisti esse jogo. Estava fazendo prova para o concurso do DETRAN. Consegui pegar apenas uma parte, para ser sincero. Se bem me lembro, todos os comentaristas detestaram que o Grêmio ganhou. O que é muito legal, diga-se. Não deram um pênalti para o São Paulo também.

Grêmio 1 x 0 Atlético-PR. Arena, Porto Alegre – RS

Jogo truncado que Riveros nos salvou.

Botafogo 0 x 1 Grêmio. Maracanã, Rio de janeiro – RJ

Não lembro muito bem do jogo (acho que eu tive que ir comprar pão de cachorro quente durante a partida, ou foi o meu sogro?), mas era o Botafogo, né? Então, nem interessa. Lembro mesmo é que o coitado do Oswaldo de Oliveira teve um tareco no final da partida. Menos mal que não foi nada grave. Ah, e agora, assistindo ao vídeo, lembrei do golaço do Alex Telles.

Grêmio 1 x 2 Criciúma. Arena, Porto Alegre – RS

Lembro perfeitamente da partida. Papelão, ridículo e um fiasco.

Grêmio 1 x 0 Corinthians. Arena, Porto Alegre – RS

O dia em que Barcos desencantou. E com um golaço.

Inter 2 x 2 Grêmio. Centenário, em Caxias do Sul – RS

Grêmio poderia ter vencido, mas o resultado foi justo pelo que jogaram as duas equipes. Souza perdeu dois gols inacreditáveis e Vargas marcou um golaço. Achei o resultado uma bosta, mas gostei do time. Ao contrário dos jornalistas.

PS: Eu estava no Maracanã, quando o Grêmio enfrentou o Fluminense. Escreverei uma crônica sobre isso.

Coritiba 4 x 0 Grêmio. Couto Pereira, em Coritiba - PR

Nada mais ridículo. Um fiasco.


Grêmio 0 x 0 Bahia. Arena, em Porto Alegre - RS

Impressionante como o Grêmio perdeu gol. Péssimo resultado. Não pode, em casa, perder ponto para o Bahia.


Cruzeiro 3 x 0 Grêmio. Mineirão, em Belo Horizonte - MG

Largou-se os tacos, né?





A volta e o resto dos jogos do primeiro turno

Trago, Grêmio e um cabelo esquisito. VOLTEI!

E depois de um longe e tenebroso verão (aqui em Bangu não faz inverno, meu chapa), esse blog está de volta. Tinha perdido um pouco a paciência de escrever por aqui. Sei lá, mas estava meio de saco cheio do time, percebi que muitos dos vídeos de gol que eu coloquei nos posts sumiram do youtube, irritado com o futebol e a imprensa esportiva também. Mas, no fundo, sempre gostei de escrever sobre o Grêmio.E, para voltar, colocarei aqui todos os jogos que aconteceram nesse período em que eu não me manifestei. Para não ficar muita coisa, farei breves comentários sobre as partidas. Começo com os do primeiro turno.

PS: Eu estava no estádio no jogo do Grêmio contra o Coritiba. E esse fato merece uma crônica que será feita em breve.

Dito isso, vamos aos jogos.


Grêmio 1 x 0 Ponte Preta. Arena, em Porto Alegre – RS

Baita passe do Betão para o Gladiador.

Goiás 2 x 0 Grêmio. Serra Dourada, em Goiânia – GO

Walter Pote, melhor jogador do campeonato na minha opinião, acabou com a gente.

Grêmio 3 x 2 Portuguesa. Arena, em Porto Alegre – RS

O dia em que Flavio Gomes xingou a torcida gremista e, depois, escondeu-se em um falso “politicamente incorreto” para justificar sua babaquice (só para ter uma ideia: na bronca, o sujeito conseguiu unir gremistas e colorados). Sou muito a favor da flauta, mas acho que o cara ofendeu e não fez gozação. Simples assim. Foi demitido da ESPN Brasil. Arnaldo Ribeiro, também da ESPN, sugeriu que o Grêmio tinha um esquema com a CBF. Deu vontade de rir. O Grêmio? Esquema? Tá bom. E tudo isso por causa de um pênalti (que não aconteceu) marcado em cima do Kléber. 



quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Pará é Zico

Agora, o que antes era drama, virou rotina. Mais uma vitória fora de casa. Dessa vez, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, contra o Flamengo. 1 x 0.

O gol foi logo aos oito minutos do primeiro tempo, quando Pará bateu falta de forma magistral e balançou o fundo das redes do gol defendido por Felipe. Coisa de Zico. Marcelo Moreno e André Santos abriram a barreira? Detalhe. Não importa. Estamos falando de um gol feito pelo Pará, afinal. O primeiro com a camiseta tricolor. Um golaço, um gol de placa.

O resto do jogo não importa. Apenas cabe dizer que o Grêmio marcou muito bem o adversário. Tão bem quanto marcou o Santos, naquele primeiro jogo da semifinal da Libertadores de 2007. Foi perfeito. O Flamengo pouco (ou quase nada) assustou o gol de Dida e o Grêmio poderia ter marcado, pelo menos, mais quatro. Mas como eu disse: isso não importa. Importa é que a vitória chegou e com um gol do Pará. Que troço fantástico.

Joga muito.

Começando a Copa com derrota

Não era o Santos de Giovanni, Marcelo Prates, Macedo e Camanducaia. Muito menos, o de Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé é Pepé. Era o Santos de Thiago Ribeiro, Neilton e Gabigol. Um time fraco. Mas o Grêmio conseguiu perder. Nada de desesperador, devo dizer, mas decepcionante.


O tricolor foi muito melhor em campo. Como gostam os especialistas, o time estava bem postado em campo e marcava o adversário tal qual o time de 1995, com Dinho e Goiano. Entretanto, agora eram Souza e Ramiro. O Grêmio de 2013 não é nada de espetacular, pelo contrário, está começando a engrenar agora. Até o jogo contra o Coritiba, pelo Brasileirão, era tão fraco quanto o Santos. Hoje, não mais. Não gosto de dizer que “tivemos” três chances de gol. Afinal de contas, eu não joguei. Esse jogo, às 19h30, mais parecia um daqueles encontros de amigos em quadras sintéticas. Mesmo porque, a Vila Belmiro parece um local que foi alugado por amigos da firma, pode reparar. Acredito que atrás de uma das goleiras, tem até uma churrasqueira. Quarta passada, no caso, o time dos estagiários venceu.

No intervalo, foi proporcionado um espetáculo de capoeira.
Ah, sim, os gols perdidos pelo Grêmio. Foram três na cara do goleiro Aranha (chefe do Almoxarifado). Kléber Gladiador, Barcos e Souza poderiam parar naquele enfadonho quadro do “INACREDITÁVEL”. Mas não deu para ficar muito brabo, a fase é boa, e o dia na firma deve ter sido puxado. Em nenhum momento o time de jaleco branco foi melhor que os quase profissionais. Tava tudo em casa e se encaminhando para um modorrento 0 x 0. Gabriel, o Gabigol, marcou o gol que levou a loucura os novos da empresa. Fim de papo.

Tristeza? Zero. O próximo jogo está marcado para uma quadra maior. Agora, escolhida pelos veteranos. A carne para o churrasco já foi comprada. No primeiro encontro, sorte de principiante, bom para se sentirem importantes e bem recebidos na firma. Hoje, tudo voltará ao normal. Talvez, os jovens apanhem de 8, como certa feita apanhou. Em jogo festivo, para intercambistas espanhóis. Dizem que tinha um baixinho lá que cairia bem no setor de RH. Dizem.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Três jogos, três vitórias, três gols por partida e nove pontos

Ainda não escrevi sobre os últimos quatro jogos do Grêmio pelo Brasileirão. Escreverei agora. Como aqui as coisas são diferentes, nesse post, escreverei apenas sobre os últimos três cotejos. A partida contra o Coritiba será relatada em texto posterior. O motivo? Bem, eu estive presente na Arena e assisti a derrota pessoalmente. Tudo que envolve esse jogo merece ser relatado minuciosamente.


Vamos aos outros:

Bahia 0 x 3 Grêmio. Arena Fonte Nova, em Salvador-BA.

Riveros marca e quase vai para o saco
Não assisti. No momento do jogo, eu viajava de Porto Alegre para o Rio de Janeiro. Só tive tempo de escutar um pouco dos comentários no intervalo, quando fiz escala em Congonhas. Quem me salvou nessa foi o meu mestre/primo/irmão Doc Matheus. Pedi para ele me avisar o resultado do jogo pelo WhatsApp. Assim que cheguei ao Galeão, lá estava o relato dele sobre a primeira vitória tricolor fora de casa – depois de quase cinco meses ou coisa parecida. Surpreendente, diga-se. Valeu, doc.


Grêmio 3 x 1 Cruzeiro. Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS.

Diiiiiidaaaaaa
O Cruzeiro dominou todo o primeiro tempo, mas a expulsão de Souza e o penal defendido por Dida deram o ânimo que o Grêmio precisava para buscar a vitória. O segundo tempo foi todo tricolor. Como faz certo tempo que o jogo aconteceu, estou com preguiça de falar mais detalhadamente sobre o assunto. Vamos por tópicos:
  •    Werley fez um gol e não comemorou. Segundo consta, o motivo é que o cidadão recebeu uma proposta da Lázio da Itália e o Grêmio não liberou. Tem todo direito a indignação, mas o que a torcida tem a ver com isso? “Protesto” idiota. Eu, se fosse diretor de futebol, pagava tudo que está na lei e demitia o jogador. Tá se achando o Beckenbauer.
  • Barcos jogou muito bem e marcou um belo gol.
  •  Hoje, Kléber Gladiador é titular. Vargas, quando voltar, tem que ser banco.
  • Durante a partida, fumei muitos cigarros.
Ótima vitória.


Vasco 2 x 3 Grêmio. Estádio São Januário, no Rio De Janeiro-RJ.


Partida que aconteceu no ridículo horário das 21h de um sábado. Se bem que é melhor que assistir aquela novela das oito que está bem mala. Ou melhor que assistir, sei lá, José do Egito, na Record. Passa isso aos sábados?

Depois de 87 anos e 32 dias sem ganhar fora de casa, o Grêmio venceu a segunda seguida.

Renato armou um time com três zagueiros, três volantes e nenhum armador sequer. Nada. Nem um cara tipo o Maylson. Pensei seriamente que íamos entrar pelo cano. Era o esquema mais retranqueiro desde aquele armado por Juarez Roth, nas quartas de final de 1998, contra o Corinthians.

Mas o que se encaminhava para um vexame acabou se tornando uma grande vitória. Barcos – em falha de Cris, claro -, Ramiro em um golaço e Barcos mais uma vez, decretaram a vitória tricolor. E é isso aí. Só isso? Sim. Não estou com saco suficiente para falar sobre o jogo e quero fumar um cigarro.

Três jogos, três vitórias e três gols por partida. Que continue assim.






quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O primeiro Grenal da Arena

Barcos foi bem na partida.
O jogo:

Renato resolveu colocar em campo um enfadonho 3-5-2. Ao escutar isso na rádio Gaúcha, eu já temi pelo pior. Não, eu não sou nenhum PVC ou torcedor mala que teoriza sobre esquemas táticos e losangos de meio-campo. Só sei que acho o 3-5-2 uma merda que só perde para o 3-6-1. Surpreendentemente, o Grêmio jogou bem com esse esquema. Nada de sensacional, mas o suficiente para ser melhor que o adversário.


O tricolor abriu o placar com Barcos, de pênalti.  Entretanto, nem deu muito para comemorar. Dois minutos depois, Leandro Damião empatou o jogo e deu números finais ao placar. Pois é, cedo assim. Ainda na primeira etapa, Renato tirou Adriano e colocou Ramiro. Não porque ele tenha achado que o volante titular seja ruim, mas sim, por medo de expulsão. Particularmente, eu gostei. Exemplo esse que eu só citei para exemplificar alguma coisa que eu não faço ideia do que seja.

A essa altura do campeonato, não lembro muito bem do segundo tempo (só que quase dormi) do cotejo. Portanto, vamos com esse vídeo - que sempre me faz rir muito - e depois, partir para o próximo tópico.
Arbitragem:

O Juíz foi mal. Minha opinião: Werley e Fabrício não mereciam as expulsões. Fiquei na dúvida no lance do Jorge Henrique com o Barcos, mas, no fim das contas, acho que acertou na expulsão. Também acertou em não expulsar Adriano. Se fosse assim, que expulsasse o D’Alessandro também, que é um baita jogador e uma mala sem tamanho.

Enfim, a mesma imundice de sempre. Os dois lados choramingando e se achando prejudicado.

Torcidas:

Relatos de gremistas e colorados juntos antes da partida, no pátio da Arena. Sensacional. O comportamento do torcedor de verdade foi lindo e merece aplausos. Agora, e aqueles imbecis do Trensurb? Não merecem nota nenhuma. Bando de ridículos.

Mas é evidente que o grande destaque nas torcidas, foi o torcedor colorado que abaixou suas calças e deu-lhe uma borrada em uma das cadeiras da Arena. É nojento? Muito. É ridículo? Absurdamente. Tem merda na cabeça? E na cadeira também. Mas, cá entre nós, o cara soltar um borralho onde ele soltou, merece respeito.

Surgiu a informação de que a foto é falsa. Para mim, sempre será verdadeira. Não se pode desperdiçar uma história tão boa assim.

Borrou-se.
Conclusão:

Maxi Rodrigues é titular do Grêmio. Sem as duas pernas. 

Importante:

Faustão ganhou o Troféu Imprensa (revelação), em 1984.


Faustão era fera e o Grenal não foi lá essas coisas.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Grêmio x Corinthians

Alexandre pato não comemora quando marca contra o time do coração. Ou vibrou?
Quatro meses sem ganhar fora de casa. O Grêmio foi tão bem que, o melhor momento foi quando o Corinthians fez o segundo gol e começaram a especular se o Pato vibrou ou não. Gremista ou não? 

Um horror. De time e de resultado.




terça-feira, 30 de julho de 2013

Festa, vitória e um absurdo

83
Dia de festa. Comemoração dos 30 anos da primeira conquista da Libertadores.Tudo lindo na Arena tricolor.

Aliás, antes de falar do jogo que aconteceu após a festa, foco em como foi emocionante ver o elenco de 1983 entrar no gramado  e ser ovacionado pela torcida. Só senti falta do capitão Hugo De León que não deve ter ido por estar meio puto com o presidente Fábio Koff. Segundo a – pouco confiável – imprensa esportiva gaúcha, Koff teria prometido um cargo para o uruguaio no Grêmio, mas não cumpriu. Acho pouco provável, mas vai saber. Ontem, em entrevista a rádio Gaúcha, China disse que o eterno capitão encontrou os outros jogadores no hotel.

Outro destaque foi o cabelo do Mazarópi. Estilo Alcindo: comprido/careca. Sensacional.

Aconteceu ainda a prisão do “Gaúcho da Geral”. A BM resolveu tirá-lo de campo porquê o sujeito estava com a bandeira do Rio Grande em uma muleta (!?). Depois de uma confusão entre BM e Geral, ele foi retirado da arquibancada. Depois, os torcedores se revoltaram com a agressão gratuita que o cara sofreu. A Brigada desmentiu, mas esse vídeo prova o absurdo acontecido:


Não vou perder meu tempo comentando bobagens ditas por jornalistas como Nando Gross, Wianey Carlet e Kenny Braga. Muito menos, por figuras do quilate de Neto e Osmar de Oliveira, que querem punição para o Grêmio, mas não para os corintianos que mataram Kevin Espada.

Só espero que nossa direção resolva isso e que não sejamos punidos de forma ridícula por algo que não aconteceu.

O jogo


O Grêmio pegou um Fluminense desfalcado de Fred, seu principal jogador. A princípio, isso facilitaria tudo, mas, no primeiro tempo, a coisa não foi bem assim. O tricolor carioca dominou as ações e foi dono do jogo nos 45 minutos iniciais. Apesar de duas bolas na trave, o Grêmio não jogou nada. Mais uma vez, parecia o time do Luxemburgo em campo. Ainda tivemos um pênalti não marcado em Barcos. “Tava” braba a coisa.

“O Grêmio com tanta chance assim e você diz que não estava jogando nada? Que chato!”

Sim, sou. Mas, pelo menos, não sou um fanático abestalhado, como tantos que hoje existem em nossa grande torcida.

No intervalo, Renato arrumou o time e aí sim o Grêmio jogou bola. O tricolor (o nosso) voltou marcando muito e – mais uma vez – Alex Telles era o melhor em campo. O 1º gol saiu de um cruzamento perfeito dele. O estreante Riveros (ótimo jogador) marcou de cabeça. Apesar de levar uma bola na trave, o Grêmio era o dono do jogo e fechou o placar com Kléber Gladiador, após excelente lançamento de Ramiro. Fim de papo. Ótima vitória e Portaluppi 100% na Arena.

Riveros faz o primeiro
O próximo jogo é quarta-feira contra o Corinthians, em São Paulo. Uma ótima oportunidade para ganhar a primeira partida fora de casa depois de quatro meses. Acredite, SÃO QUATRO MESES SEM GANHAR FORA DE CASA! Ah, Luxemburgo.

A primeira conquista

Campeão da América.
Mazarópi, Paulo Roberto, Baideck, De León e Casemiro; China, Osvaldo e Tita; Renato, Caio e Tarciso.

Sozinho, aprendi a escalar esse time.

Na verdade, aprendi de tanto escutar o vinil da campanha da Libertadores de 1983, que herdei do meu pai. O escutava – junto com o vinil doGauchão de 1979 – quase todo dia. Na capa, a foto do time campeão.

Naquele meu universo de uma criança gremista de 9, 10 anos; quando estava lá acompanhando os jogos do título do Grêmio, o meu ídolo era o Caio. Achava o Renato, por exemplo, meio abobado. Também não gostava do Osvaldo e do China (sempre achei um panaca). Contudo, achava sensacional uma dupla de zaga com os nomes de Baideck e De León. Tarciso era outro que eu gostava. Hoje, sou grato a todos. Me emocionava escutando aquele disco.

O capitão.
Um compilado de declarações, entrevistas e gols, na voz da – a época – melhor equipe de esportes do Rio Grande do Sul: a rádio Guaíba. Foi ali que conheci a inconfundível voz de Armindo Antônio Ranzolin e o marcante vozeirão de Milton Ferreti Jung. Lauro Quadros nos comentários. Lupi Martins (irmão do Lasier, que também era comentarista) e João Carlos Belmonte na beira do campo. Como era bom escutar aquilo.

“GOL, GOL, GOL!”, berrava Milton Jung. “EU PEDI QUE ACREDITASSEM... EU NUNCA DEIXEI DE ACREDITAR”, Ranzolin me emocionava. Que espetáculo. Naqueles momentos, eu me enchia de orgulho e entendia que o meu time era campeão da América.

Eu não posso falar da tática do jogo porquê eu não vi. Mas posso dizer que, até hoje, os meus olhos se enchem de lágrimas quando escuto – ou vejo – os gols de Caio e César, a defesa do Mazarópi contra o América de Cali e o jogo contra o Estudiantes, na Argentina. Era uma Libertadores que o Grêmio tinha que vencer e , nada melhor do que vencê-la em cima do tradicional Peñarol.

Gol do título.
Alguns anos depois, eu via pela TV o tricolor ser bicampeão da América. Foi lindo! Espetacular. Afinal de contas, eu agora tinha 11 anos e não os poucos meses de 83 e entendia o que estava acontecendo. Mas devo confessar: não foi mais emocionante do que quando eu abria a vitrola, deitava no chão da sala, pegava a capa do vinil e ficava escutando a primeira conquista.

Quando estou  irritado com o time, lembro desse momento, acendo um cigarro e penso:

“Como é bom ser gremista”.

Em tempo:

Vale acompanhar o ótimo tempo real que o Impedimento fez, em 2013, do jogo de 28 de Julho de 1983.

Um pouco de Guaíba/Libertadores 83:


O jogo completo:

domingo, 21 de julho de 2013

Papelão


“Criciúma? O time do Criciúma é uma piada. Grêmio passa o carro fácil. Mesmo que o time não esteja lá essas coisas”.

Essas, eram as minhas palavras antes do jogo. Não poderia estar mais errado.


Foi um horror. 

O Grêmio conseguiu perder para um time que tem Fábio Ferreira, Wellington Paulista, Daniel Carvalho, Amaral e Cassiano. Para entender bem o que isso significa, pode-se definir assim: um papelão. Não importa se era fora de casa, se estava chovendo e se era apenas o terceiro jogo do Renato; a obrigação era vencer. Como bem disse o Kléber Gladiador após a partida, o time  catarinense não vai disputar título ou, quiçá, vaga na Libertadores. Se o Grêmio que, aparentemente briga pelos dois, perdeu para o Criciúma, o que aconteceu? Justamente, um fiasco.

Os formadores de opinião na torcida gremista são tão fracos, mas tão fracos, que eu não sei em que momento eles passaram a comprar a perdedora ideologia de “pelo menos o time lutou”. Como acreditar em Pará? Bressan? Bitecos e Ramiro? Não tem como. São fracos. Matheus Biteco estava bem quando foi imbecilmente expulso? Estava, mas não é craque. Aliás, o treinador passou a mão na cabeça do sujeito dizendo que “era um garoto”. Oras, seu Renato, sabia que, quando fora do mundo mágico do futebol, alguém faz uma cagada em seu emprego, ninguém pensa assim? Nada de passar a mão na cabeça, cara. E por que crucificar a expulsão do Vargas? Esse, não fez nada, sabia? E nem o senhor e nem NENHUM dos seus jogadores reclamou com a arbitragem. Um time de molengas. No que transformaram o Grêmio?

Zé Roberto, com quase 40 anos (e que eu venho criticando ultimamente), foi o melhor em campo pelo Grêmio. Inclusive, sendo presenteado com um golaço, em belo passe de Ramiro (que não joga nada). No fim das contas, a vitória foi justa. Até acho que se o Grêmio tivesse com os 11 campo, ganharia o jogo, mas isso não pode ser consolo. Mesmo com nove, dava para ter feito o crime contra o fraco time do uniforme legal.

Fiasco.
E aquele lance de ter ficado em hotel de Nova Orleans, a 38km do estádio do Criciúma? Um absurdo. O Grêmio, em alguns momentos, está virado em um circo dos horrores que está falindo. Absurdo atrás de absurdo. Do fundo do coração? Que consigam resolver tudo e coloquem o trem nos trilhos novamente. Próximo jogo é contra o Fluminense, na Arena. Que vença e, finalmente, jogue alguma coisa.

Atlético-PR x Grêmio e Grêmio x Botafogo

A verdade é que eu estava sem saco para falar de Grêmio, mas sabe como é, quando se trata do tricolor, sempre arrumamos aquela força extra. Portanto, lá vai o que eu achei do antepenúltimo e do penúltimo jogo do Grêmio no Campeonato Brasileiro 2013:


Atlético–PR 1 x 1 Grêmio. Estádio Durival de Britto e Silva, em Curitiba-PR

Grêmio e Zé Roberto jogaram pouco contra o fraco Atlético-PR
Estreia de Renato Portaluppi na casamata. Contudo, ainda parecia que o time era treinado por Vanderlei Luxemburgo. Particularmente, não caio muito nessa baboseira de que era o primeiro jogo e o cara ainda não conhecia o elenco. Amigo, para enfrentar o Atlético–PR, não é preciso nem ser funcionário do Grêmio para vencer o jogo. O clube paranaense - que abriu o marcador com Pedro Botelho, aos 32 minutos do segundo tempo - faz jus ao apelido de patético dessa vez. É péssimo. O Grêmio não poderia perder pontos, mas perdeu. Dois. Lastimável.


Destaques do jogo: Maxi Rodriguez e Barcos – que finalmente desencantou e marcou um gol.

Grêmio 2 x 1 Botafogo. Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS


O tricolor começou bem o jogo e, depois de Barcos (que ficou de fora por lesão) desencantar no último jogo, foi a vez de Vargas, que abriu o placar aos 12 minutos do primeiro tempo. Seedorf – que não é craque – empatou com um golaço, aos 19. Aos 33, em um lance esquisito – mas legal – o chileno fez o segundo e deu a vitória para o Grêmio. Com o placar construído na primeira etapa; no segundo tempo, o Grêmio tentou administrar o resultado. Um erro cometido em um passado não muito distante que, mais uma vez, não deu certo. Venceu, mas com direito a milagre de Dida e muita pressão do Botafogo no fim do jogo.

O melhor em campo.
Adendos:

1º: Honrando a tradição, o Botafogo chorou pelo segundo gol. Mas foi tudo legal. Inclusive, todos os “especialistas” confirmaram isso.

2º: Era para o Zé Roberto ser expulso? Não acho. Os mesmos “especialistas” citados acima fecham comigo mais uma vez.

Tudo normal. Segue.



quarta-feira, 3 de julho de 2013

Sai: Luxa. Entra: Portaluppi

Moreno curtiu.
Não me interessa o jogo treino contra o Caxias. Me interessa é que o Luxemburgo foi embora. Finalmente, o Grêmio livrou-se daquele embusteiro de marca maior. Sempre falei que ele nunca ia dar certo no tricolor. Não tem como. Reconheço a bela campanha que ele fez no ano passado, mas falei a época que, depois disso, era necessário que o então presidente eleito Fábio Koff, agradecesse o Luxa e o mandasse embora. Não mandou e a maioria da torcida pediu em coro para que ele ficasse. Ficou e não deu em nada. Claro que não. Foi desclassificado da Libertadores e não chegou nem na final do campeonato Gaúcho. Um horror.

Vanderlei Luxemburgo vive de um passado muito distante. Nunca fui simpático a ele, mas reconheço que foi um grande treinador. Foi! Hoje, não é mais. Foi embora tarde. Mas dizem que tinha a absurda multa de 8 milhões, caso fosse demitido. Ora, para um clube que paga muito dinheiro para jogadores pífios, isso não deveria ser motivo para não demitir o fraco comandante do time. Enfim, foi embora. E a multa nem vai ser tudo isso.

Portaluppi

Ele não é treinador. É fraco. Renato – como técnico - é como se fosse um Abel Braga, mas sem os títulos. Por  tudo que cerca a relação Renato/Fábio Koff/Grêmio, ele era o nome ideal para o momento. Chegou um cara que nenhum jogador consegue passar para trás e que sabe unir um grupo como poucos. Entre todas as opções que foram sondadas ou estavam disponíveis (Dorival, Muricy, Cristóvão, Roth...), Renato é a minha escolha. Gostaria muito de ver o Flávio Campos (ex-volante do Juventude que hoje treina no interior gaúcho) na casamata tricolor, porque acho que será um grande treinador. Contudo, ainda não é o momento. Meu ânimo ficou renovado com a vinda do Portaluppi. Não me entenda mal, continuo pensando dele a mesma coisa. Vai ver, o ânimo tem mais a ver com o fato do Grêmio ter se livrado do Luxemburgo. Espero que para sempre.

Toda a sorte do mundo.







terça-feira, 25 de junho de 2013

Último título, renegociação, Bitecos e Arílson de Paula Nunes

Entre manifestações e Copa das Confederações, sobrou um tempo para o Grêmio. Sempre sobra. Mesmo que, atualmente, o clube não tenha nenhuma novidade que vá mudar o rumo das coisas. Então, nesse tempo, compilei alguns dos assuntos mais importantes relacionados ao tricolor.

Último título:

Saudades
Faz tempo que não ganhamos alguma coisa. A última vez foi a Copa do Brasil de 2001, contra o Corinthians, em São Paulo. No dia 17 de Junho, completou 12 anos dessa conquista. DOZE ANOS sem ganhar nada. É dose!

Tínhamos um cano de time treinado pelo pastor Tite. Luxa – hoje na casamata tricolor – era o treinador adversário. Depois de um empate em 2 a 2 no Olímpico (obrigado Luís Mário Papa-léguas), o Grêmio foi para São Paulo com o país inteiro dando como certa a vitória corintiana. Ledo engano. Passamos o carro. Bons tempos.


Renegociação:

Confesso que tenho preguiça desses papos, embora seja de suma importância para o clube. Paulo Odone fez um contrato horroroso com a OAS (construtora que fez a Arena) e, agora, Fábio Koff consertou. No meio disso tudo e, de reuniões do conselho do Grêmio, deu um banzé porque um conselheiro vazou o aditivo do contrato para o jornalista do Correio do Povo, Hiltor Mombach. O cara fez a parte dele e publicou. Mas, cá entre nós, que sujeira desse cidadão que vazou, hein? Colocou interesses pessoais acima do clube. De torcedores assim, o Grêmio não precisa.

Para ler na íntegra.

Bitecos:

O Grêmio tem três jogadores de nome Biteco. São irmãos, os Bitecos. O Biteco mais velho é do grupo principal e o Odone já havia vendido o cidadão para o Hoffenheim da Alemanha por uma ninharia. O Biteco do meio é volante e joga, inclusive, na seleção sub-20 - ou qualquer coisa que o valha. Segundo os especialistas, joga menos que o Biteco mais velho – que tratam como craque. Ainda tem o Biteco caçula, que dizem (sempre assim!) ser o melhor da família. Enfim, em mais uma manobra, Fábio Koff conseguiu recontratar o mais velho dando em troca o do meio. Ou está quase conseguindo fazer isso. Mas que rolo. A torcida vibrou. Muito. Pediram até uma estátua para o véio. Menos. Posso estar (espero estar) redondamente enganado, mas, o Biteco mais velho, não joga nada. Não entendi toda a animação.

Arílson de Paula Nunes:

Começou mal. Tem medo de água (sério!)
O velho Paula Bala está na Fazenda. Ídolo tricolor. Como esquecer 1995 e 1996? Jogou em 2001 também, mas isso, melhor esquecer. Agora, com o seu bordão “não gosto muito da vida na Fazenda, mas gosto muito do cheiro de mulher”, uma ridícula tatuagem tribal no braço e uma espécie de urso no outro, ele está participando da sexta edição do reality show “A Fazenda”, da Record. Ao lado de figuras como: Denise “furacão da CPI” Rocha, Yudi “PLAYSTATION” Tamashiro, Andressa “essa bunda deve ser o cavalo” Urach, Marcos “teste de fidelidade” Oliver e Scheila “botox” Carvalho. Que momento! Que o diabo Loiro traga esse título para nós.