Entre manifestações e Copa das Confederações, sobrou um
tempo para o Grêmio. Sempre sobra. Mesmo que, atualmente, o clube não tenha
nenhuma novidade que vá mudar o rumo das coisas. Então, nesse tempo, compilei
alguns dos assuntos mais importantes relacionados ao tricolor.
Último título:
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| Saudades |
Faz tempo que não ganhamos alguma coisa. A última vez foi a
Copa do Brasil de 2001, contra o Corinthians, em São Paulo. No dia 17 de Junho,
completou 12 anos dessa conquista. DOZE ANOS sem ganhar nada. É dose!
Tínhamos um cano de
time treinado pelo pastor Tite. Luxa – hoje na casamata
tricolor – era o treinador adversário. Depois de um empate em 2 a 2 no Olímpico
(obrigado Luís Mário Papa-léguas), o Grêmio foi para São Paulo com o país
inteiro dando como certa a vitória corintiana. Ledo engano. Passamos o carro.
Bons tempos.
Renegociação:
Confesso que tenho preguiça desses papos, embora seja de
suma importância para o clube. Paulo Odone fez um contrato horroroso com a OAS
(construtora que fez a Arena) e, agora, Fábio Koff consertou. No meio disso
tudo e, de reuniões do conselho do Grêmio, deu um banzé porque um conselheiro
vazou o aditivo do contrato para o jornalista do Correio do Povo, Hiltor
Mombach. O cara fez a parte dele e publicou. Mas, cá entre nós, que sujeira
desse cidadão que vazou, hein? Colocou interesses pessoais acima do clube. De
torcedores assim, o Grêmio não precisa.
Para ler na íntegra.
Bitecos:
O Grêmio tem três jogadores de nome Biteco. São irmãos, os
Bitecos. O Biteco mais velho é do grupo principal e o Odone já havia vendido o
cidadão para o Hoffenheim da Alemanha por uma ninharia. O Biteco do meio é
volante e joga, inclusive, na seleção sub-20 - ou qualquer coisa que o valha. Segundo os especialistas, joga
menos que o Biteco mais velho – que tratam como craque. Ainda tem o Biteco
caçula, que dizem (sempre assim!) ser o melhor da família. Enfim, em mais uma
manobra, Fábio Koff conseguiu recontratar o mais velho dando em troca o do
meio. Ou está quase conseguindo fazer isso. Mas que rolo. A torcida vibrou. Muito. Pediram até uma estátua para o
véio. Menos. Posso estar (espero estar) redondamente enganado, mas, o Biteco
mais velho, não joga nada. Não entendi toda a animação.
Arílson de Paula Nunes:
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| Começou mal. Tem medo de água (sério!) |
O velho Paula Bala está na Fazenda. Ídolo tricolor. Como
esquecer 1995 e 1996? Jogou em 2001 também, mas isso, melhor esquecer. Agora,
com o seu bordão “não gosto muito da vida na Fazenda, mas gosto muito do cheiro
de mulher”, uma ridícula tatuagem tribal no braço e uma espécie de urso no
outro, ele está participando da sexta edição do reality show “A Fazenda”, da
Record. Ao lado de figuras como: Denise “furacão da CPI” Rocha, Yudi “PLAYSTATION”
Tamashiro, Andressa “essa bunda deve ser o cavalo” Urach, Marcos “teste de fidelidade”
Oliver e Scheila “botox” Carvalho. Que momento! Que o diabo Loiro traga esse
título para nós.










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