terça-feira, 25 de junho de 2013

Último título, renegociação, Bitecos e Arílson de Paula Nunes

Entre manifestações e Copa das Confederações, sobrou um tempo para o Grêmio. Sempre sobra. Mesmo que, atualmente, o clube não tenha nenhuma novidade que vá mudar o rumo das coisas. Então, nesse tempo, compilei alguns dos assuntos mais importantes relacionados ao tricolor.

Último título:

Saudades
Faz tempo que não ganhamos alguma coisa. A última vez foi a Copa do Brasil de 2001, contra o Corinthians, em São Paulo. No dia 17 de Junho, completou 12 anos dessa conquista. DOZE ANOS sem ganhar nada. É dose!

Tínhamos um cano de time treinado pelo pastor Tite. Luxa – hoje na casamata tricolor – era o treinador adversário. Depois de um empate em 2 a 2 no Olímpico (obrigado Luís Mário Papa-léguas), o Grêmio foi para São Paulo com o país inteiro dando como certa a vitória corintiana. Ledo engano. Passamos o carro. Bons tempos.


Renegociação:

Confesso que tenho preguiça desses papos, embora seja de suma importância para o clube. Paulo Odone fez um contrato horroroso com a OAS (construtora que fez a Arena) e, agora, Fábio Koff consertou. No meio disso tudo e, de reuniões do conselho do Grêmio, deu um banzé porque um conselheiro vazou o aditivo do contrato para o jornalista do Correio do Povo, Hiltor Mombach. O cara fez a parte dele e publicou. Mas, cá entre nós, que sujeira desse cidadão que vazou, hein? Colocou interesses pessoais acima do clube. De torcedores assim, o Grêmio não precisa.

Para ler na íntegra.

Bitecos:

O Grêmio tem três jogadores de nome Biteco. São irmãos, os Bitecos. O Biteco mais velho é do grupo principal e o Odone já havia vendido o cidadão para o Hoffenheim da Alemanha por uma ninharia. O Biteco do meio é volante e joga, inclusive, na seleção sub-20 - ou qualquer coisa que o valha. Segundo os especialistas, joga menos que o Biteco mais velho – que tratam como craque. Ainda tem o Biteco caçula, que dizem (sempre assim!) ser o melhor da família. Enfim, em mais uma manobra, Fábio Koff conseguiu recontratar o mais velho dando em troca o do meio. Ou está quase conseguindo fazer isso. Mas que rolo. A torcida vibrou. Muito. Pediram até uma estátua para o véio. Menos. Posso estar (espero estar) redondamente enganado, mas, o Biteco mais velho, não joga nada. Não entendi toda a animação.

Arílson de Paula Nunes:

Começou mal. Tem medo de água (sério!)
O velho Paula Bala está na Fazenda. Ídolo tricolor. Como esquecer 1995 e 1996? Jogou em 2001 também, mas isso, melhor esquecer. Agora, com o seu bordão “não gosto muito da vida na Fazenda, mas gosto muito do cheiro de mulher”, uma ridícula tatuagem tribal no braço e uma espécie de urso no outro, ele está participando da sexta edição do reality show “A Fazenda”, da Record. Ao lado de figuras como: Denise “furacão da CPI” Rocha, Yudi “PLAYSTATION” Tamashiro, Andressa “essa bunda deve ser o cavalo” Urach, Marcos “teste de fidelidade” Oliver e Scheila “botox” Carvalho. Que momento! Que o diabo Loiro traga esse título para nós.














sábado, 15 de junho de 2013

Eurico Lara e Renato Portaluppi

2 x 1
Hoje, aconteciam duas estreias importantes na história do Grêmio. Uma, em 1920. Outra, em 1980. Eurico Lara e Renato Portaluppi, respectivamente. Lara está no nosso lindo hino composto pelo brilhante Lupicínio Rodrigues. Particularmente, e, me desculpem os mais tradicionais, acho que o Danrlei foi o maior goleiro da história do Grêmio. Contudo, é aquela coisa, eu não assisti o Lara jogar. Não posso falar muito. Aliás, eu tenho a impressão que ninguém assistiu o cara em campo. É uma lenda que se tornou realidade e ganhou idolatria. 

Consta nos autos que, em 1935, Lara, já doente de tuberculose e sem condições de jogar futebol, resolveu que ia entrar em campo para disputar um Grenal válido pelo campeonato portoalegrense daquele ano, chamado “Campeonato Farroupilha”. O Grêmio precisava vencer para ser campeão e, com magnífica atuação de Lara, venceu. Um esforço absurdo para ajudar o time em que jogava. O goleiro saiu no intervalo e foi direto para o hospital. Dois meses depois, morria. Embora esse seja o fato correto e verdadeiro, muitos preferem a história que ele pegou um pênalti e morreu em campo, com a bola incrustada em seu peito. A verdadeira ou a falsa? Não importa. São duas grandes históriasque fazem jus ao gremismo de Eurico Lara.

Lara
Renato Portaluppi? Maior ídolo tricolor. Ponta direita rápido, louco, boêmio, habilidoso e goleador. Surgiu em 1980, quando o aniversariante do dia, o jornalista Paulo Sant’Ana, enchia o saco das pessoas em seus espaços na mídia, para que chegassem mais cedo aos jogos do time e assistissem os juniores fazendo as preliminares. Ali, segundo Santa’Ana, na ponta direita, estava o futuro ídolo tricolor. Ele estava certo.

Maior ídolo da história do Grêmio
Foi em 1983 que Renato consolidou-se como ídolo. Peça fundamental para as conquistas da Libertadores e do Mundial Interclubes. Ídolo. No clube, não há ninguém maior do que ele. Mas Renato nunca primou pela simpatia, digamos assim. Alguns chamam de timidez. Saiu do Grêmio para jogar no Flamengo e, voltou em 91 para uma passagem horrorosa e, depois, para um jogo na Copa dos Campeões de 1995

Rei do Rio, “já peguei mais de 5 mil mulheres”, gol de barriga e Carol Portaluppi. Essas são algumas associações que as pessoas fazem ao lembrar de Renato Portaluppi. Eu gosto da associação de que, sempre que pode, declara-se gremista. Mas é de fato? Pessoalmente, gosto do Renato. Como jogador? ÍDOLO. Como treinador (treinou o Grêmio em 2010 e fez excelente campanha no segundo turno do Campeonato Brasileiro)? Acho péssimo. Mas gosto de ver como o cara comanda o Grêmio com raça e vontade. Voltando ao ponto, ele é gremista mesmo?Se fosse, mesmo não se dando bem com o presidente a época, Paulo Odone, teria ido a Porto Alegre para a inauguração da Arena. Não teria cobrado cachê para isso. Todos os ídolos estavam lá. Menos ele. Babaquice. E, fundamentalmente, se não fosse um embuste como gremista, não teria falado isso.

Sempre foi craque. E não tinha medo de adversário. O que falta hoje em dia.
Mas enfim, é ídolo. Mais do que qualquer um foi ou será. Torcedor? Não me venha com essa. A filha é mais do que ele. E olha que ela nem é tanto assim.

Mais torcedora que o pai.








sexta-feira, 14 de junho de 2013

O projeto continua

Bons tempos
Último jogo antes da parada para a Copa das Confederações. O adversário? O tradicional São Paulo. Mas, que assim feito o Grêmio, precisava de uma boa vitória para que - o fraco - Ney Franco continuasse no cargo. Pensei eu com os meus botões: os jogadores vão querer provar algo. Os do Grêmio, naturalmente. Jogando em casa, vindo de uma derrota e saindo de férias? O clima era perfeito. Não mais do que 15 mil pessoas compareceram a Arena, no dia dos namorados. O que elas viram? Bem, no primeiro tempo, elas viram uma das escalações mais medonhas  que o Luxemburgo já colocou em um campo de futebol.

Ele entrou em campo com três atacantes: Barcos, Kléber e Welliton. WELLITON! Jogador esse que, na quinta-feira, o Paulo Sant’Ana chamou de “ferida”, no programa Sala de Redação, da rádio Gaúcha. Não tiro as razões dele. Você pode até jogar com três atacantes, desde que, a sua disposição, estejam, sei lá: Van Basten, Gerd Müller e Romário. Agora, os três que formaram o ataque do Grêmio? Piada. Barcos não está jogando nada, Kléber está sem vontade e Welliton chora de ruim. Não pode nem fardar. Com isso, mais uma vez, Elano ficou no banco.

Escutei o primeiro tempo no rádio e foi um sofrimento só. Time todo desorganizado e São Paulo dono do meio campo. O Grêmio até errou um gol aqui e outro ali, contudo, quem assustou mesmo foi o São Paulo. Principalmente, com o descontente Luis Fabiano. Fez uma grande jogada individual, com direito a meia lua no Werley e só não marcou porque Dida (fez grande partida) defendeu. Mas na segunda, ele não perdoou. Douglas driblou Bressan – que não joga nada e, não sei de onde, foi eleito o melhor em campo por algumas rádios – e tocou para Luis Fabiano passar como quis por Alex Telles e marcar o gol. Resultado absolutamente justo, tendo em vista o futebol ridículo que o Grêmio apresentava.

No intervalo, o velho bucaneiro (quê?) dos sites de vinho e mesas de carteado, Vanderlei Luxa, sacou Adriano (muito mal) e Welliton (graças a Deus) para colocar Elano e Biteco. O time foi outro. Não porquê o Luxemburgo é um gênio e mudou bem, mas sim, pela garra – surpreendente – que os jogadores tiveram. Criaram jogadas, chutaram de fora da área, dominaram o meio campo e, principalmente, não deixaram o São Paulo ver a cor da bola. Nessa altura, eu já assistia pela Globo (em um link na internet, naturalmente) e o Cléber Machado parecia desesperado.

Elano foi o melhor. Chutou três bolas de fora da área que quase fizeram o vovô Ceni levar frangos daqueles. Coitado, é a idade. E ainda, de dentro da área, acertou um bostaço no travessão. Só dava Grêmio. Luxa então resolveu tirar o Alex Telles que, apesar da falha no gol dos paulistas e  um chute medonho de fora da área, estava jogando bem. Entrou o volante Ramiro. Com isso, Biteco foi deslocado para a lateral esquerda e Zé Roberto voltou para sua posição de origem. Mudança efetiva? Nenhuma. Biteco não jogou nada. Entretanto, no abafa, o Grêmio seguia pressionando, mas gol que é bom, nada. E o juiz ainda deixou de marcar um pênalti claro em Zé Roberto.

Seria injusto sair com uma derrota. E não saímos. Aos 41 (ou 42), Zé Roberto cobrou escanteio, Souza desviou e Kléber Gadiador marcou de cabeça. Alegria na Arena. Mais ou menos. Fim de papo e 1 x 1 no placar. 

O pós-jogo: "fora Luxa", "acredito no trabalho e sei que o Vanderlei vai trazer um título para o Grêmio", "o time está em formação", "tirei o Alex Telles porque ele é novo no Grêmio", "vamos apoiar" e, o velho argumento idiota: "os mesmos que me vaiam hoje pediram para que eu ficasse no último jogo do ano passado". É um argumento idiota porquê: o trabalho não continuou bom. Portanto, nada mais justo do que o coach gremista ir plantar batatas em outra freguesia. Eu, que nunca apoiei o Luxemburgo, e disse que até sendo campeão ele tinha que ir embora, achei que dessa vez ele fosse cair. Não chegou nem perto disso. Continua o projeto. 

Sigo na torcida e esperando que aquele meu Grêmio (esse!) apareça no segundo semestre. Com o Vandeco? Não acredito. Essa é a verdade. Acredito em algo impossível (sem essa merda de imortalidade, por favor). Lutamos por vaga em Libertadores e não se pode mais vaiar. Realmente, o Grêmio não é mais o mesmo, como dizem por aí.


     



segunda-feira, 10 de junho de 2013

Grêmio medonho

Estava nas últimas linhas do texto sobre o jogo de ontem, entre Atlético x Grêmio, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Mas, o computador apagou. Salvar pra que, não é mesmo? Já era. Portanto, ficamos com a foto que eu tirei durante o cotejo - e que acho ilustrar bem o que aconteceu ontem:
ELA FICOU ENVERGONHADA COM O FUTEBOL MEDONHO APRESENTADO PELO GRÊMIO
Agora, na quarta-feira, é vencer ou vencer o São Paulo na Arena. Se o Grêmio vencer, fica bem. Se perder, vingança Hezbolahh, meu chapa.

sábado, 8 de junho de 2013

Roupa nova

Bonita

E chegaram os novos uniformes do Grêmio. Inspirados no mundial de 83. Bonitos. Muito bonitos. Pararam de alargar a listra azul na camiseta e deixaram a coisa como deve ser. Temos um fardamento simples e característico.

A tricolor, lembrou a da Libertadores 2009:

Que os resultados sejam melhores que os daquele time


Particularmente, achei linda a camiseta branca:
Linda

Me lembrou - apesar de ser IGUAL a branca de 83 - as dos anos 70:
Caju palhaço. Só queima o Grêmio.
Uma bela fatiota para ser usada nos salões de festa Brasil afora, rumo à glória final.

Agora, só falta o dinheiro para comprar. Maldito detalhe.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

FICA VARGAS


OLHA ESSE GOL QUE O VARGAS ACABOU DE FAZER! Tem que ficar no Grêmio.

Que o meu xará, o senhor Rafa Benítez, novo treinador do Napoli, não queira o chileno de volta. Melhor contratar jogadores do Real Madrid ou coisa parecida. Vargas não joga nada, Benítez. Se bem que, até agora, ele não jogou muita coisa mesmo, mas acredito no cara.

Rumo ao título com Vargas e FLAQUITO PIRATA
Segundo dizem por aí, Eduardo Vargas está apaixonado por uma gaúcha. Uma torcedora rival, de 21 anos, chamada Daniella Colett. Ao que tudo indica, ela está cuidando bem do garoto e isso seria um motivo para ele ficar aqui. Se bem que, se o cidadão quiser, ela vai para a Itália, não é mesmo? Todo mundo quer morar na Itália. Mas acredito que a moça seja muito apegada a família e não pode se desgarrar assim, de repente, do seio de seus protetores. E também podemos ter problemas com visto, passaporte. Só estou levantando hipóteses. Por que se incomodar com isso? Deixe Nápoles para lá. Para as férias. Férias, hein? Resolvi a vida do casal.

ESSE SENTIMENTO NÃO PODE ACABAR!
FICA VARGAS!

Tudo isso por causa de um gol. É mole?



As duas melhores contratações do ano

Esse sim, um Tony de respeito.
E ontem apareceu a notícia que deixou todo gremista feliz. A melhor contratação da temporada. O volante paraguaio Riveros, que, ao que parece, ninguém na imprensa viu jogar? Não. A ida do lateral direito Tony para o Criciúma. É a melhor notícia do ano. Tony veio por indicação do Luxemburgo que, vez ou outra, insistiu em colocar o sujeito para jogar. Mas, basicamente, Tony não pode fardar o uniforme tricolor. Não pode fardar nem o uniforme do Grêmio Santanense, pelo qual tenho muita simpatia, quem dirá do de Porto Alegre. Pena que é um empréstimo e, final do ano, o sujeito está de volta. Mas vamos torcer para que dê tudo certo, ele ame a cidade do Tigre e nunca mais volte. Tony bom, pelo que eu sei, só o Ramos, o tio e o tigre.

Marco Antônio veio da Portuguesa com pompas de craque. E eu confiei. Que eu me lembre, fez três boas partidas pelo Grêmio. Veja, eu disse BOAS PARTIDAS, não ótimas ou espetaculares. Resumo da obra: outro que não joga nada. Ontem, surge a informação:

“Marco Antônio pode estar se transferindo para o Liverpool”.

Liverpool? Da Inglaterra? É de largar os tacos, né? Nem tanto. Sempre bom lembrar que, em um passado recente, o Liverpool contratou o goleiro Doni. Mas, ao que tudo indica, seria o Liverpool do Uruguai. A informação eu tirei de uma comunidade do Grêmio no facebook. Um abobado colocou lá que falaram isso na Band AM 640. Com certeza é uma falácia, pois não apareceu em nenhum outro lugar e, nenhum jornalista - nem da BAND -, falou sobre o assunto. Mas é uma ideia tão boa, que prefiro acreditar nela. Seria a segunda grande contratação do ano.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

A primeira vitória na Arena

"Cadê Nívea?"
Primeiro jogo – de fato – em casa e, também o primeiro jogo – em campeonatos brasileiros – dentro da Arena. Apesar de todo o ufanismo pela campanha do Vitória nesses jogos iniciais, antes do jogo, eu era da opinião que o Grêmio tinha que passar o carro nos campeões baianos. Ainda mais que, Renato Cajá e Max Biancucchi não jogavam. Os principais jogadores do time. Fazer o quê? Cada um tem o principal jogador que pode. No gramado, Escudero no meio campo e Victor “buraco errado” Ramos de capitão. Na casamata, Caio Júnior no comando. O Grêmio não podia perder para um time com essas figuras.

E não perdeu

Os primeiros vinte minutos eu não sei como foram, afinal de contas, o aplicativo da rádio Gaúcha não estava funcionando no meu celular e nenhum link que eu arrumei para assistir o jogo parava de travar. A coisa só foi se normalizar lá pelos 30 minutos, quando Barcos perdeu um gol inacreditável na cara do goleiro Wilson. Aliás, que se faça uma ressalva para o goleiro do Vitória, que pegou tudo. Se não fosse pelo cidadão, seria uma goleada histórica. O resto de primeiro tempo que consegui assistir, eu achei que o tricolor jogou bem, mas – como de costume – pecou muito nas finalizações. Adriano estava bem como 1º volante e Kléber Gladiador não estava jogando nada. 0 x 0.

2º tempo

Não demorou muito e o Luxemburgo tirou o Biteco e colocou o Elano. Ao que tudo indica, o revezamento que o treinador quer fazer, não funcionou muito bem. Nunca gostei do futebol do Elano, mas tenho que reconhecer que, no ano passado, ele foi fundamental para a bela campanha no brasileirão. Eu, que não tenho nenhuma simpatia pelo Luxa, concordei quando ele sacou o cara do time. Tem futebol, mas se arrasta em campo. O Grêmio continuou dono do jogo, mas Wilson estava em uma noite inspirada. Barcos, em grande jogada pela direita, cruzou para Zé Roberto que pegou de primeira, na cara do gol, mas o goleiro adversário fez milagre. Faltava o tento. E, para calar minha boca, Elano marcou. Cavou a falta na entrada da área e bateu feito Zico. Golaço. 1 x 0.

Achei que ali tivesse aberto a porteira e, ao contrário do jogo contra o Santa Fé, o Grêmio não ia recuar. Recuou. Inacreditável. Inclusive, Luxa – que tinha tirado o Adriano para colocar o Welliton – recompôs o meio, ao tirar o Gladiador e colocar o volante Ramiro. Mesmo assim, o Vitória foi para cima. Entretanto, o Grêmio controlou a pressão. No final, Welliton (que não joga nada) ainda perdeu um gol que nem o Danlaba Mendy perderia. Ainda não é um time sensacional, mas já vejo um padrão de jogo. Boa vitória. Valeu, Elano Stelmann. 















Os dois primeiros jogos do campeonato brasileiro

Começou o campeonato brasileiro. Um torneio que, devo confessar, fez eu sentir a maior emoção da minha vida futebolística. A final de 96:

Metemos bonito na namoradinha do Brasil.

E esse foi o último título do Grêmio no brasileirão. É, faz tempo, eu sei. De lá pra cá, tivemos alguns momentos horrorosos – o rebaixamento de 2004, por exemplo – e outros muito bons (ou quase isso), como em 2008. Quase fomos campeões com Marcel e Perea no ataque. O que teria sido sensacional. Íamos a passos largos rumo ao tri, mas acabamos entregando tudo nas mãos do São Paulo. Ah, Juarez Roth.

Bem, neste humilde blog, dentre outras coisas, prometi a mim mesmo que falarei sobre todos os jogos do Grêmio no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil 2013. Mas tudo sem fazer análises embasadas sobre o time jogar no 4-4-2 ou no 3-6-1. Será pura e simplesmente o que eu achei do jogo, uma visão diferente, digamos. Como diz o nome, de alguém que está longe. Por motivos particulares (preguiça. Muita preguiça), eu não comecei esse espaço antes da estreia tricolor no campeonato. Por isso, lá se foram dois jogos, mas, sem problemas, coloco os dois abaixo.

1º jogo - Grêmio x Náutico, estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul:

Zé marca o primeiro
Jogamos em Caxias por causa de uma suspensão (sempre acho que o Grêmio é o único clube que é suspenso de fato). Vencemos. Não assisti esse jogo porque estava fazendo um release para um processo seletivo, na tentativa de conseguir um emprego. Sabe como é, por hora, não ganho um níquel com a internet, portanto, é preciso trabalhar para comprar os cigarros de cada dia. Mas eu nem precisava assistir, afinal de contas, o adversário era o nosso eterno freguês. Gols de Zé Roberto e Elano. Um bom começo.

2º jogo - Santos x Grêmio, estádio Vila Belmiro, em Santos:

Neymar vendido, Muricy fora e Santos caindo aos pedaços. Três pontos certos, eu pensei. Mole. Placar final? 1 x 1. O Grêmio perdeu uma grande chance de vencer a primeira partida fora de casa. Deixou de fazer dois pontos contra um time que – pode anotar aí – vai brigar muito para não cair para a série B.


O time começou bem, marcando na frente e, Vargas, em um belo passe de Zé Roberto, abriu o placar. Mas depois do gol, o time encolheu, recuou e tomou pressão do fraco time santista. O empate saiu em um pênalti – que só o Leonardo Gaciba não viu – convertido por Willian José (pois é...) Para mim, o grande problema do time é a falta de vontade, de vibração mesmo. Cadê a gana de ganhar? Não vibram nem em gol. A última vez que eu vi algum jogador vibrar com vontade, em um gol do Grêmio, foi o Fernando, no segundo  tento contra o Santa Fé, pelo jogo de ida das oitavas de final da Libertadores 2013. Esse povo tem que aprender com o Inzaghi. Que comemorava gol como ninguém. Péssimo resultado. Mas nem tão desastroso quanto perder em “casa”, para o Bahia.

Hoje, é obrigação passar o carro no Vitória.