domingo, 21 de julho de 2013

Papelão


“Criciúma? O time do Criciúma é uma piada. Grêmio passa o carro fácil. Mesmo que o time não esteja lá essas coisas”.

Essas, eram as minhas palavras antes do jogo. Não poderia estar mais errado.


Foi um horror. 

O Grêmio conseguiu perder para um time que tem Fábio Ferreira, Wellington Paulista, Daniel Carvalho, Amaral e Cassiano. Para entender bem o que isso significa, pode-se definir assim: um papelão. Não importa se era fora de casa, se estava chovendo e se era apenas o terceiro jogo do Renato; a obrigação era vencer. Como bem disse o Kléber Gladiador após a partida, o time  catarinense não vai disputar título ou, quiçá, vaga na Libertadores. Se o Grêmio que, aparentemente briga pelos dois, perdeu para o Criciúma, o que aconteceu? Justamente, um fiasco.

Os formadores de opinião na torcida gremista são tão fracos, mas tão fracos, que eu não sei em que momento eles passaram a comprar a perdedora ideologia de “pelo menos o time lutou”. Como acreditar em Pará? Bressan? Bitecos e Ramiro? Não tem como. São fracos. Matheus Biteco estava bem quando foi imbecilmente expulso? Estava, mas não é craque. Aliás, o treinador passou a mão na cabeça do sujeito dizendo que “era um garoto”. Oras, seu Renato, sabia que, quando fora do mundo mágico do futebol, alguém faz uma cagada em seu emprego, ninguém pensa assim? Nada de passar a mão na cabeça, cara. E por que crucificar a expulsão do Vargas? Esse, não fez nada, sabia? E nem o senhor e nem NENHUM dos seus jogadores reclamou com a arbitragem. Um time de molengas. No que transformaram o Grêmio?

Zé Roberto, com quase 40 anos (e que eu venho criticando ultimamente), foi o melhor em campo pelo Grêmio. Inclusive, sendo presenteado com um golaço, em belo passe de Ramiro (que não joga nada). No fim das contas, a vitória foi justa. Até acho que se o Grêmio tivesse com os 11 campo, ganharia o jogo, mas isso não pode ser consolo. Mesmo com nove, dava para ter feito o crime contra o fraco time do uniforme legal.

Fiasco.
E aquele lance de ter ficado em hotel de Nova Orleans, a 38km do estádio do Criciúma? Um absurdo. O Grêmio, em alguns momentos, está virado em um circo dos horrores que está falindo. Absurdo atrás de absurdo. Do fundo do coração? Que consigam resolver tudo e coloquem o trem nos trilhos novamente. Próximo jogo é contra o Fluminense, na Arena. Que vença e, finalmente, jogue alguma coisa.

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