quarta-feira, 3 de julho de 2013

Sai: Luxa. Entra: Portaluppi

Moreno curtiu.
Não me interessa o jogo treino contra o Caxias. Me interessa é que o Luxemburgo foi embora. Finalmente, o Grêmio livrou-se daquele embusteiro de marca maior. Sempre falei que ele nunca ia dar certo no tricolor. Não tem como. Reconheço a bela campanha que ele fez no ano passado, mas falei a época que, depois disso, era necessário que o então presidente eleito Fábio Koff, agradecesse o Luxa e o mandasse embora. Não mandou e a maioria da torcida pediu em coro para que ele ficasse. Ficou e não deu em nada. Claro que não. Foi desclassificado da Libertadores e não chegou nem na final do campeonato Gaúcho. Um horror.

Vanderlei Luxemburgo vive de um passado muito distante. Nunca fui simpático a ele, mas reconheço que foi um grande treinador. Foi! Hoje, não é mais. Foi embora tarde. Mas dizem que tinha a absurda multa de 8 milhões, caso fosse demitido. Ora, para um clube que paga muito dinheiro para jogadores pífios, isso não deveria ser motivo para não demitir o fraco comandante do time. Enfim, foi embora. E a multa nem vai ser tudo isso.

Portaluppi

Ele não é treinador. É fraco. Renato – como técnico - é como se fosse um Abel Braga, mas sem os títulos. Por  tudo que cerca a relação Renato/Fábio Koff/Grêmio, ele era o nome ideal para o momento. Chegou um cara que nenhum jogador consegue passar para trás e que sabe unir um grupo como poucos. Entre todas as opções que foram sondadas ou estavam disponíveis (Dorival, Muricy, Cristóvão, Roth...), Renato é a minha escolha. Gostaria muito de ver o Flávio Campos (ex-volante do Juventude que hoje treina no interior gaúcho) na casamata tricolor, porque acho que será um grande treinador. Contudo, ainda não é o momento. Meu ânimo ficou renovado com a vinda do Portaluppi. Não me entenda mal, continuo pensando dele a mesma coisa. Vai ver, o ânimo tem mais a ver com o fato do Grêmio ter se livrado do Luxemburgo. Espero que para sempre.

Toda a sorte do mundo.







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