quarta-feira, 5 de junho de 2013

A primeira vitória na Arena

"Cadê Nívea?"
Primeiro jogo – de fato – em casa e, também o primeiro jogo – em campeonatos brasileiros – dentro da Arena. Apesar de todo o ufanismo pela campanha do Vitória nesses jogos iniciais, antes do jogo, eu era da opinião que o Grêmio tinha que passar o carro nos campeões baianos. Ainda mais que, Renato Cajá e Max Biancucchi não jogavam. Os principais jogadores do time. Fazer o quê? Cada um tem o principal jogador que pode. No gramado, Escudero no meio campo e Victor “buraco errado” Ramos de capitão. Na casamata, Caio Júnior no comando. O Grêmio não podia perder para um time com essas figuras.

E não perdeu

Os primeiros vinte minutos eu não sei como foram, afinal de contas, o aplicativo da rádio Gaúcha não estava funcionando no meu celular e nenhum link que eu arrumei para assistir o jogo parava de travar. A coisa só foi se normalizar lá pelos 30 minutos, quando Barcos perdeu um gol inacreditável na cara do goleiro Wilson. Aliás, que se faça uma ressalva para o goleiro do Vitória, que pegou tudo. Se não fosse pelo cidadão, seria uma goleada histórica. O resto de primeiro tempo que consegui assistir, eu achei que o tricolor jogou bem, mas – como de costume – pecou muito nas finalizações. Adriano estava bem como 1º volante e Kléber Gladiador não estava jogando nada. 0 x 0.

2º tempo

Não demorou muito e o Luxemburgo tirou o Biteco e colocou o Elano. Ao que tudo indica, o revezamento que o treinador quer fazer, não funcionou muito bem. Nunca gostei do futebol do Elano, mas tenho que reconhecer que, no ano passado, ele foi fundamental para a bela campanha no brasileirão. Eu, que não tenho nenhuma simpatia pelo Luxa, concordei quando ele sacou o cara do time. Tem futebol, mas se arrasta em campo. O Grêmio continuou dono do jogo, mas Wilson estava em uma noite inspirada. Barcos, em grande jogada pela direita, cruzou para Zé Roberto que pegou de primeira, na cara do gol, mas o goleiro adversário fez milagre. Faltava o tento. E, para calar minha boca, Elano marcou. Cavou a falta na entrada da área e bateu feito Zico. Golaço. 1 x 0.

Achei que ali tivesse aberto a porteira e, ao contrário do jogo contra o Santa Fé, o Grêmio não ia recuar. Recuou. Inacreditável. Inclusive, Luxa – que tinha tirado o Adriano para colocar o Welliton – recompôs o meio, ao tirar o Gladiador e colocar o volante Ramiro. Mesmo assim, o Vitória foi para cima. Entretanto, o Grêmio controlou a pressão. No final, Welliton (que não joga nada) ainda perdeu um gol que nem o Danlaba Mendy perderia. Ainda não é um time sensacional, mas já vejo um padrão de jogo. Boa vitória. Valeu, Elano Stelmann. 















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