quarta-feira, 5 de junho de 2013

Os dois primeiros jogos do campeonato brasileiro

Começou o campeonato brasileiro. Um torneio que, devo confessar, fez eu sentir a maior emoção da minha vida futebolística. A final de 96:

Metemos bonito na namoradinha do Brasil.

E esse foi o último título do Grêmio no brasileirão. É, faz tempo, eu sei. De lá pra cá, tivemos alguns momentos horrorosos – o rebaixamento de 2004, por exemplo – e outros muito bons (ou quase isso), como em 2008. Quase fomos campeões com Marcel e Perea no ataque. O que teria sido sensacional. Íamos a passos largos rumo ao tri, mas acabamos entregando tudo nas mãos do São Paulo. Ah, Juarez Roth.

Bem, neste humilde blog, dentre outras coisas, prometi a mim mesmo que falarei sobre todos os jogos do Grêmio no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil 2013. Mas tudo sem fazer análises embasadas sobre o time jogar no 4-4-2 ou no 3-6-1. Será pura e simplesmente o que eu achei do jogo, uma visão diferente, digamos. Como diz o nome, de alguém que está longe. Por motivos particulares (preguiça. Muita preguiça), eu não comecei esse espaço antes da estreia tricolor no campeonato. Por isso, lá se foram dois jogos, mas, sem problemas, coloco os dois abaixo.

1º jogo - Grêmio x Náutico, estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul:

Zé marca o primeiro
Jogamos em Caxias por causa de uma suspensão (sempre acho que o Grêmio é o único clube que é suspenso de fato). Vencemos. Não assisti esse jogo porque estava fazendo um release para um processo seletivo, na tentativa de conseguir um emprego. Sabe como é, por hora, não ganho um níquel com a internet, portanto, é preciso trabalhar para comprar os cigarros de cada dia. Mas eu nem precisava assistir, afinal de contas, o adversário era o nosso eterno freguês. Gols de Zé Roberto e Elano. Um bom começo.

2º jogo - Santos x Grêmio, estádio Vila Belmiro, em Santos:

Neymar vendido, Muricy fora e Santos caindo aos pedaços. Três pontos certos, eu pensei. Mole. Placar final? 1 x 1. O Grêmio perdeu uma grande chance de vencer a primeira partida fora de casa. Deixou de fazer dois pontos contra um time que – pode anotar aí – vai brigar muito para não cair para a série B.


O time começou bem, marcando na frente e, Vargas, em um belo passe de Zé Roberto, abriu o placar. Mas depois do gol, o time encolheu, recuou e tomou pressão do fraco time santista. O empate saiu em um pênalti – que só o Leonardo Gaciba não viu – convertido por Willian José (pois é...) Para mim, o grande problema do time é a falta de vontade, de vibração mesmo. Cadê a gana de ganhar? Não vibram nem em gol. A última vez que eu vi algum jogador vibrar com vontade, em um gol do Grêmio, foi o Fernando, no segundo  tento contra o Santa Fé, pelo jogo de ida das oitavas de final da Libertadores 2013. Esse povo tem que aprender com o Inzaghi. Que comemorava gol como ninguém. Péssimo resultado. Mas nem tão desastroso quanto perder em “casa”, para o Bahia.

Hoje, é obrigação passar o carro no Vitória.

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