A grande verdade é que eu não tenho mais saco para escrever sobre o Grêmio e seus resultados medíocres. Mas, tal qual um fanático, estou aqui. Nada fanático, diga-se. Quase largando de vez, diga-se também. Dos seis jogos do Grêmio na Copa do Brasil, eu escrevi apenas sobre um. Então, em tópicos, lá vai o que eu achei dos outros cinco.
1º: Jogo de volta contra o Santos, na Arena. Foi um sufoco, mas o Grêmio fez os dois tentos necessários. "ESSE É O GRÊMIO!", bradei no final da partida. Bons tempos.
2º: Primeiro jogo das quartas de final, contra o Corinthians, em São Paulo. Jogo fraco em que o Grêmio jogou relativamente bem.
3º: A imagem da partida:
Risos
Durante os noventa minutos? O Grêmio não jogou nada. Durante os pênaltis? Fez tudo para perder. Mas Dida foi o herói. Ao lado do Pato, evidentemente. Quando terminou o jogo, eu tive certeza: o Grêmio seria campeão. Ia acabar o jejum.
4º: Primeiro jogo das semifinais contra o Atlético-PR, na Vila Capanema. Perdeu (com gol do DELATORRE, é mole?). Mas eu tinha certeza que, na Arena, o Grêmio virava.
5º: Vou resumir da seguinte maneira: O Grêmio não pode - EM HIPÓTESE ALGUMA - ser eliminado de uma Copa do Brasil, pelo Atlético-PR. Mas ele conseguiu essa façanha um tanto quanto patética. E dentro de casa. Mais um ano sem ganhar porcaria nenhuma.
Náutico 0 x 2 Grêmio. Arena Pernambuco, em Recife – PE
Freguês. O dia em que Máxi Rodrigues deu um belo passe e
Paulinho (muito ruim!) marcou um golaço.
Grêmio 0 x 1 Atlético – MG. Arena, em Porto Alegre – RS
Aniversário do Grêmio. Perdeu para o time do Ronaldinho.
Pois é.
Grêmio 1 x 1 Santos. Arena, Porto Alegre – RS
Não lembro nada desse jogo.
Vitória 0 x 0 Grêmio. Barradão, em Salvador – BA
Marcaram um impedimento absurdo contra nós. É isso que eu lembro.
São Paulo 0 x 1 Grêmio. Morumbi, São Paulo – SP
Não assisti esse jogo. Estava fazendo prova para o concurso
do DETRAN. Consegui pegar apenas uma parte, para ser sincero. Se bem me lembro,
todos os comentaristas detestaram que o Grêmio ganhou. O que é muito legal,
diga-se. Não deram um pênalti para o São Paulo também.
Grêmio 1 x 0 Atlético-PR. Arena, Porto Alegre – RS
Jogo truncado que Riveros nos salvou.
Botafogo 0 x 1 Grêmio. Maracanã, Rio de janeiro – RJ
Não lembro muito bem do jogo (acho que eu tive que ir
comprar pão de cachorro quente durante a partida, ou foi o meu sogro?), mas era
o Botafogo, né? Então, nem interessa. Lembro mesmo é que o coitado do Oswaldo
de Oliveira teve um tareco no final da partida. Menos mal que não foi nada
grave. Ah, e agora, assistindo ao vídeo, lembrei do golaço do Alex Telles.
Grêmio 1 x 2 Criciúma. Arena, Porto Alegre – RS
Lembro perfeitamente da partida. Papelão, ridículo e um
fiasco.
Grêmio 1 x 0 Corinthians. Arena, Porto Alegre – RS
O dia em que Barcos desencantou. E com um golaço.
Inter 2 x 2 Grêmio. Centenário, em Caxias do Sul – RS
Grêmio poderia ter vencido, mas o resultado foi justo pelo
que jogaram as duas equipes. Souza perdeu dois gols inacreditáveis e Vargas
marcou um golaço. Achei o resultado uma bosta, mas gostei do time. Ao contrário dos jornalistas.
PS: Eu estava no Maracanã, quando o Grêmio enfrentou o Fluminense. Escreverei uma crônica sobre isso. Coritiba 4 x 0 Grêmio. Couto Pereira, em Coritiba - PR
Nada mais ridículo. Um fiasco.
Grêmio 0 x 0 Bahia. Arena, em Porto Alegre - RS
Impressionante como o Grêmio perdeu gol. Péssimo resultado. Não pode, em casa, perder ponto para o Bahia.
Cruzeiro 3 x 0 Grêmio. Mineirão, em Belo Horizonte - MG
Largou-se os tacos, né?
Dia de festa. Comemoração dos 30 anos da primeira conquista da Libertadores.Tudo lindo na Arena tricolor.
Aliás, antes de falar do jogo que aconteceu após a festa,
foco em como foi emocionante ver o elenco de 1983 entrar no gramado e ser ovacionado pela torcida. Só senti falta
do capitão Hugo De León que não deve ter ido por estar meio puto com o
presidente Fábio Koff. Segundo a – pouco confiável – imprensa esportiva gaúcha, Koff
teria prometido um cargo para o uruguaio no Grêmio, mas não cumpriu. Acho pouco
provável, mas vai saber. Ontem, em entrevista a rádio Gaúcha, China disse que o
eterno capitão encontrou os outros jogadores no hotel.
Outro destaque foi o cabelo do Mazarópi. Estilo Alcindo: comprido/careca.
Sensacional.
Aconteceu ainda a prisão do “Gaúcho da Geral”.
A BM resolveu tirá-lo de campo porquê o sujeito estava com a bandeira do Rio
Grande em uma muleta (!?). Depois de uma confusão entre BM e Geral, ele foi
retirado da arquibancada. Depois, os torcedores se revoltaram com a agressão
gratuita que o cara sofreu. A Brigada desmentiu, mas esse vídeo prova o absurdo
acontecido:
Não vou perder meu tempo comentando bobagens ditas por
jornalistas como Nando Gross, Wianey Carlet e Kenny Braga. Muito menos, por
figuras do quilate de Neto e Osmar de Oliveira, que querem punição para o
Grêmio, mas não para os corintianos que mataram Kevin Espada.
Só espero que nossa direção resolva isso e que não sejamos
punidos de forma ridícula por algo que não aconteceu.
O jogo
O Grêmio pegou um Fluminense desfalcado de Fred, seu
principal jogador. A princípio, isso facilitaria tudo, mas, no primeiro tempo,
a coisa não foi bem assim. O tricolor carioca dominou as ações e foi dono do
jogo nos 45 minutos iniciais. Apesar de duas bolas na trave, o Grêmio não jogou
nada. Mais uma vez, parecia o time do Luxemburgo em campo. Ainda tivemos um
pênalti não marcado em Barcos. “Tava” braba a coisa.
“O Grêmio com tanta chance assim e você diz que não estava
jogando nada? Que chato!”
Sim, sou. Mas, pelo menos, não sou um fanático abestalhado,
como tantos que hoje existem em nossa grande torcida.
No intervalo, Renato arrumou o time e aí sim o Grêmio jogou
bola. O tricolor (o nosso) voltou marcando muito e – mais uma vez – Alex Telles
era o melhor em campo. O 1º gol saiu de um cruzamento perfeito dele. O
estreante Riveros (ótimo jogador) marcou de cabeça. Apesar de levar uma bola na
trave, o Grêmio era o dono do jogo e fechou o placar com Kléber Gladiador, após
excelente lançamento de Ramiro. Fim de papo. Ótima vitória e Portaluppi 100% na
Arena.
Riveros faz o primeiro
O próximo jogo é quarta-feira contra o Corinthians, em São Paulo.
Uma ótima oportunidade para ganhar a primeira partida fora de casa depois de
quatro meses. Acredite, SÃO QUATRO MESES SEM GANHAR FORA DE CASA! Ah,
Luxemburgo.
Entre manifestações e Copa das Confederações, sobrou um
tempo para o Grêmio. Sempre sobra. Mesmo que, atualmente, o clube não tenha
nenhuma novidade que vá mudar o rumo das coisas. Então, nesse tempo, compilei
alguns dos assuntos mais importantes relacionados ao tricolor.
Último título:
Saudades
Faz tempo que não ganhamos alguma coisa. A última vez foi a
Copa do Brasil de 2001, contra o Corinthians, em São Paulo. No dia 17 de Junho,
completou 12 anos dessa conquista. DOZE ANOS sem ganhar nada. É dose!
Tínhamos um cano de
time treinado pelo pastor Tite. Luxa – hoje na casamata
tricolor – era o treinador adversário. Depois de um empate em 2 a 2 no Olímpico
(obrigado Luís Mário Papa-léguas), o Grêmio foi para São Paulo com o país
inteiro dando como certa a vitória corintiana. Ledo engano. Passamos o carro.
Bons tempos.
Renegociação:
Confesso que tenho preguiça desses papos, embora seja de
suma importância para o clube. Paulo Odone fez um contrato horroroso com a OAS
(construtora que fez a Arena) e, agora, Fábio Koff consertou. No meio disso
tudo e, de reuniões do conselho do Grêmio, deu um banzé porque um conselheiro
vazou o aditivo do contrato para o jornalista do Correio do Povo, Hiltor
Mombach. O cara fez a parte dele e publicou. Mas, cá entre nós, que sujeira
desse cidadão que vazou, hein? Colocou interesses pessoais acima do clube. De
torcedores assim, o Grêmio não precisa.
O Grêmio tem três jogadores de nome Biteco. São irmãos, os
Bitecos. O Biteco mais velho é do grupo principal e o Odone já havia vendido o
cidadão para o Hoffenheim da Alemanha por uma ninharia. O Biteco do meio é
volante e joga, inclusive, na seleção sub-20 - ou qualquer coisa que o valha. Segundo os especialistas, joga
menos que o Biteco mais velho – que tratam como craque. Ainda tem o Biteco
caçula, que dizem (sempre assim!) ser o melhor da família. Enfim, em mais uma
manobra, Fábio Koff conseguiu recontratar o mais velho dando em troca o do
meio. Ou está quase conseguindo fazer isso. Mas que rolo. A torcida vibrou. Muito. Pediram até uma estátua para o
véio. Menos. Posso estar (espero estar) redondamente enganado, mas, o Biteco
mais velho, não joga nada. Não entendi toda a animação.
Arílson de Paula Nunes:
Começou mal. Tem medo de água (sério!)
O velho Paula Bala está na Fazenda. Ídolo tricolor. Como
esquecer 1995 e 1996? Jogou em 2001 também, mas isso, melhor esquecer. Agora,
com o seu bordão “não gosto muito da vida na Fazenda, mas gosto muito do cheiro
de mulher”, uma ridícula tatuagem tribal no braço e uma espécie de urso no
outro, ele está participando da sexta edição do reality show “A Fazenda”, da
Record. Ao lado de figuras como: Denise “furacão da CPI” Rocha, Yudi “PLAYSTATION”
Tamashiro, Andressa “essa bunda deve ser o cavalo” Urach, Marcos “teste de fidelidade”
Oliver e Scheila “botox” Carvalho. Que momento! Que o diabo Loiro traga esse
título para nós.
Último jogo antes da parada para a Copa das Confederações. O
adversário? O tradicional São Paulo. Mas, que assim feito o Grêmio, precisava
de uma boa vitória para que - o fraco - Ney Franco continuasse no cargo. Pensei eu
com os meus botões: os jogadores vão querer provar algo. Os do Grêmio,
naturalmente. Jogando em casa, vindo de uma derrota e saindo de férias? O clima
era perfeito. Não mais do que 15 mil pessoas compareceram a Arena, no dia dos
namorados. O que elas viram? Bem, no primeiro tempo, elas viram uma das
escalações mais medonhas que o Luxemburgo já colocou em um campo de futebol.
Ele entrou em campo com três atacantes: Barcos,
Kléber e Welliton. WELLITON! Jogador esse que, na quinta-feira, o Paulo
Sant’Ana chamou de “ferida”, no programa Sala de Redação, da rádio Gaúcha. Não
tiro as razões dele. Você pode até jogar com três atacantes, desde que, a sua
disposição, estejam, sei lá: Van Basten, Gerd Müller e Romário. Agora, os três
que formaram o ataque do Grêmio? Piada. Barcos não está jogando nada, Kléber
está sem vontade e Welliton chora de ruim. Não pode nem fardar. Com isso, mais
uma vez, Elano ficou no banco.
Escutei o primeiro tempo no rádio e foi um sofrimento só.
Time todo desorganizado e São Paulo dono do meio campo. O Grêmio até errou um
gol aqui e outro ali, contudo, quem assustou mesmo foi o São Paulo.
Principalmente, com o descontente Luis Fabiano. Fez uma grande jogada
individual, com direito a meia lua no Werley e só não marcou porque Dida (fez
grande partida) defendeu. Mas na segunda, ele não perdoou. Douglas driblou
Bressan – que não joga nada e, não sei de onde, foi eleito o melhor em campo
por algumas rádios – e tocou para Luis Fabiano passar como quis por Alex Telles
e marcar o gol. Resultado absolutamente justo, tendo em vista o
futebol ridículo que o Grêmio apresentava.
No intervalo, o velho bucaneiro (quê?) dos sites de vinho e
mesas de carteado, Vanderlei Luxa, sacou Adriano (muito mal) e Welliton (graças
a Deus) para colocar Elano e Biteco. O time foi outro. Não porquê o Luxemburgo
é um gênio e mudou bem, mas sim, pela garra – surpreendente – que os jogadores
tiveram. Criaram jogadas, chutaram de fora da área, dominaram o meio campo e,
principalmente, não deixaram o São Paulo ver a cor da bola. Nessa altura, eu já
assistia pela Globo (em um link na internet, naturalmente) e o Cléber Machado parecia desesperado.
Elano foi o melhor. Chutou três bolas de fora da área que
quase fizeram o vovô Ceni levar frangos daqueles. Coitado, é a idade. E ainda,
de dentro da área, acertou um bostaço no travessão. Só dava Grêmio. Luxa
então resolveu tirar o Alex Telles que, apesar da falha no gol dos paulistas e um chute medonho de fora da área, estava jogando bem. Entrou o volante
Ramiro. Com isso, Biteco foi deslocado para a lateral esquerda e Zé Roberto voltou
para sua posição de origem. Mudança efetiva? Nenhuma. Biteco não jogou nada.
Entretanto, no abafa, o Grêmio seguia pressionando, mas gol que é bom, nada. E o juiz ainda deixou de marcar um pênalti claro em Zé Roberto.
Seria injusto sair com uma derrota. E não saímos. Aos 41 (ou
42), Zé Roberto cobrou escanteio, Souza desviou e Kléber Gadiador marcou de
cabeça. Alegria na Arena. Mais ou menos. Fim de papo e 1 x 1 no placar.
O pós-jogo: "fora Luxa", "acredito no trabalho e sei que o
Vanderlei vai trazer um título para o Grêmio", "o time está em formação", "tirei o
Alex Telles porque ele é novo no Grêmio", "vamos apoiar" e, o velho argumento
idiota: "os mesmos que me vaiam hoje pediram para que eu ficasse no último jogo
do ano passado". É um argumento idiota porquê: o trabalho não continuou bom.
Portanto, nada mais justo do que o coach gremista ir plantar batatas em outra
freguesia. Eu, que nunca apoiei o Luxemburgo, e disse que até sendo
campeão ele tinha que ir embora, achei que dessa vez ele fosse cair. Não chegou
nem perto disso. Continua o projeto.
Sigo na torcida e esperando que
aquele meu Grêmio (esse!) apareça no segundo semestre. Com o Vandeco? Não
acredito. Essa é a verdade. Acredito em algo impossível (sem essa merda de
imortalidade, por favor). Lutamos por vaga em Libertadores e não se pode mais
vaiar. Realmente, o Grêmio não é mais o mesmo, como dizem por aí.
Estava nas últimas linhas do texto sobre o jogo de ontem, entre Atlético x Grêmio, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Mas, o computador apagou. Salvar pra que, não é mesmo? Já era. Portanto, ficamos com a foto que eu tirei durante o cotejo - e que acho ilustrar bem o que aconteceu ontem:
ELA FICOU ENVERGONHADA COM O FUTEBOL MEDONHO APRESENTADO PELO GRÊMIO
Agora, na quarta-feira, é vencer ou vencer o São Paulo na Arena. Se o Grêmio vencer, fica bem. Se perder, vingança Hezbolahh, meu chapa.
Primeiro jogo – de fato – em casa e, também o primeiro jogo –
em campeonatos brasileiros – dentro da Arena. Apesar de todo o ufanismo pela
campanha do Vitória nesses jogos iniciais, antes do jogo, eu era da opinião que
o Grêmio tinha que passar o carro nos campeões baianos. Ainda mais que, Renato
Cajá e Max Biancucchi não jogavam. Os principais jogadores do time. Fazer o quê?
Cada um tem o principal jogador que pode. No gramado, Escudero no meio campo e
Victor “buraco errado” Ramos de capitão. Na casamata, Caio Júnior no comando. O
Grêmio não podia perder para um time com essas figuras.
E não perdeu
Os primeiros vinte minutos eu não sei como foram, afinal de
contas, o aplicativo da rádio Gaúcha não estava funcionando no meu celular e nenhum
link que eu arrumei para assistir o jogo parava de travar. A coisa só foi se
normalizar lá pelos 30 minutos, quando Barcos perdeu um gol inacreditável na
cara do goleiro Wilson. Aliás, que se faça uma ressalva para o goleiro do
Vitória, que pegou tudo. Se não fosse pelo cidadão, seria uma goleada
histórica. O resto de primeiro tempo que consegui assistir, eu achei que o
tricolor jogou bem, mas – como de costume – pecou muito nas finalizações.
Adriano estava bem como 1º volante e Kléber Gladiador não estava jogando nada.
0 x 0.
2º tempo
Não demorou muito e o Luxemburgo tirou o Biteco e colocou o
Elano. Ao que tudo indica, o revezamento que o treinador quer fazer, não
funcionou muito bem. Nunca gostei do futebol do Elano, mas tenho que reconhecer
que, no ano passado, ele foi fundamental para a bela campanha no brasileirão.
Eu, que não tenho nenhuma simpatia pelo Luxa, concordei quando ele sacou o cara
do time. Tem futebol, mas se arrasta em campo. O Grêmio continuou dono do jogo,
mas Wilson estava em uma noite inspirada. Barcos, em grande jogada pela direita,
cruzou para Zé Roberto que pegou de primeira, na cara do gol, mas o goleiro
adversário fez milagre. Faltava o tento. E, para calar minha boca, Elano
marcou. Cavou a falta na entrada da área e bateu feito Zico. Golaço. 1 x 0.
Achei que ali tivesse aberto a porteira e, ao contrário do
jogo contra o Santa Fé, o Grêmio não ia recuar. Recuou. Inacreditável.
Inclusive, Luxa – que tinha tirado o Adriano para colocar o Welliton – recompôs o
meio, ao tirar o Gladiador e colocar o volante Ramiro. Mesmo assim, o Vitória
foi para cima. Entretanto, o Grêmio controlou a pressão. No final, Welliton
(que não joga nada) ainda perdeu um gol que nem o Danlaba Mendy perderia. Ainda
não é um time sensacional, mas já vejo um padrão de jogo. Boa vitória. Valeu,
Elano Stelmann.