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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

E a Copa do Brasil, hein?

A grande verdade é que eu não tenho mais saco para escrever sobre o Grêmio e seus resultados medíocres. Mas, tal qual um fanático, estou aqui. Nada fanático, diga-se. Quase largando de vez, diga-se também. Dos seis jogos do Grêmio na Copa do Brasil, eu escrevi apenas sobre um. Então, em tópicos, lá vai o que eu achei dos outros cinco.

1º: Jogo de volta contra o Santos, na Arena. Foi um sufoco, mas o Grêmio fez os dois tentos necessários. "ESSE É O GRÊMIO!", bradei no final da partida. Bons tempos.


2º: Primeiro jogo das quartas de final, contra o Corinthians, em São Paulo. Jogo fraco em que o Grêmio jogou relativamente bem.


3º: A imagem da partida:
Risos

Durante os noventa minutos? O Grêmio não jogou nada. Durante os pênaltis? Fez tudo para perder. Mas Dida foi o herói. Ao lado do Pato, evidentemente. Quando terminou o jogo, eu tive certeza: o Grêmio seria campeão. Ia acabar o jejum.


4º: Primeiro jogo das semifinais contra o Atlético-PR, na Vila Capanema. Perdeu (com gol do DELATORRE, é mole?). Mas eu tinha certeza que, na Arena, o Grêmio virava.


5º: Vou resumir da seguinte maneira: O Grêmio não pode - EM HIPÓTESE ALGUMA - ser eliminado de uma Copa do Brasil, pelo Atlético-PR. Mas ele conseguiu essa façanha um tanto quanto patética. E dentro de casa. Mais um ano sem ganhar porcaria nenhuma.







sábado, 26 de outubro de 2013

O segundo turno até agora

Náutico 0 x 2 Grêmio. Arena Pernambuco, em Recife – PE

Freguês. O dia em que Máxi Rodrigues deu um belo passe e Paulinho (muito ruim!) marcou um golaço.

Grêmio 0 x 1 Atlético – MG. Arena, em Porto Alegre – RS

Aniversário do Grêmio. Perdeu para o time do Ronaldinho. Pois é.

Grêmio 1 x 1 Santos. Arena, Porto Alegre – RS

Não lembro nada desse jogo.

Vitória 0 x 0 Grêmio. Barradão, em Salvador – BA

Marcaram um impedimento absurdo contra nós. É isso que eu lembro.

São Paulo 0 x 1 Grêmio. Morumbi, São Paulo – SP

Não assisti esse jogo. Estava fazendo prova para o concurso do DETRAN. Consegui pegar apenas uma parte, para ser sincero. Se bem me lembro, todos os comentaristas detestaram que o Grêmio ganhou. O que é muito legal, diga-se. Não deram um pênalti para o São Paulo também.

Grêmio 1 x 0 Atlético-PR. Arena, Porto Alegre – RS

Jogo truncado que Riveros nos salvou.

Botafogo 0 x 1 Grêmio. Maracanã, Rio de janeiro – RJ

Não lembro muito bem do jogo (acho que eu tive que ir comprar pão de cachorro quente durante a partida, ou foi o meu sogro?), mas era o Botafogo, né? Então, nem interessa. Lembro mesmo é que o coitado do Oswaldo de Oliveira teve um tareco no final da partida. Menos mal que não foi nada grave. Ah, e agora, assistindo ao vídeo, lembrei do golaço do Alex Telles.

Grêmio 1 x 2 Criciúma. Arena, Porto Alegre – RS

Lembro perfeitamente da partida. Papelão, ridículo e um fiasco.

Grêmio 1 x 0 Corinthians. Arena, Porto Alegre – RS

O dia em que Barcos desencantou. E com um golaço.

Inter 2 x 2 Grêmio. Centenário, em Caxias do Sul – RS

Grêmio poderia ter vencido, mas o resultado foi justo pelo que jogaram as duas equipes. Souza perdeu dois gols inacreditáveis e Vargas marcou um golaço. Achei o resultado uma bosta, mas gostei do time. Ao contrário dos jornalistas.

PS: Eu estava no Maracanã, quando o Grêmio enfrentou o Fluminense. Escreverei uma crônica sobre isso.

Coritiba 4 x 0 Grêmio. Couto Pereira, em Coritiba - PR

Nada mais ridículo. Um fiasco.


Grêmio 0 x 0 Bahia. Arena, em Porto Alegre - RS

Impressionante como o Grêmio perdeu gol. Péssimo resultado. Não pode, em casa, perder ponto para o Bahia.


Cruzeiro 3 x 0 Grêmio. Mineirão, em Belo Horizonte - MG

Largou-se os tacos, né?





segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Grêmio x Corinthians

Alexandre pato não comemora quando marca contra o time do coração. Ou vibrou?
Quatro meses sem ganhar fora de casa. O Grêmio foi tão bem que, o melhor momento foi quando o Corinthians fez o segundo gol e começaram a especular se o Pato vibrou ou não. Gremista ou não? 

Um horror. De time e de resultado.




terça-feira, 25 de junho de 2013

Último título, renegociação, Bitecos e Arílson de Paula Nunes

Entre manifestações e Copa das Confederações, sobrou um tempo para o Grêmio. Sempre sobra. Mesmo que, atualmente, o clube não tenha nenhuma novidade que vá mudar o rumo das coisas. Então, nesse tempo, compilei alguns dos assuntos mais importantes relacionados ao tricolor.

Último título:

Saudades
Faz tempo que não ganhamos alguma coisa. A última vez foi a Copa do Brasil de 2001, contra o Corinthians, em São Paulo. No dia 17 de Junho, completou 12 anos dessa conquista. DOZE ANOS sem ganhar nada. É dose!

Tínhamos um cano de time treinado pelo pastor Tite. Luxa – hoje na casamata tricolor – era o treinador adversário. Depois de um empate em 2 a 2 no Olímpico (obrigado Luís Mário Papa-léguas), o Grêmio foi para São Paulo com o país inteiro dando como certa a vitória corintiana. Ledo engano. Passamos o carro. Bons tempos.


Renegociação:

Confesso que tenho preguiça desses papos, embora seja de suma importância para o clube. Paulo Odone fez um contrato horroroso com a OAS (construtora que fez a Arena) e, agora, Fábio Koff consertou. No meio disso tudo e, de reuniões do conselho do Grêmio, deu um banzé porque um conselheiro vazou o aditivo do contrato para o jornalista do Correio do Povo, Hiltor Mombach. O cara fez a parte dele e publicou. Mas, cá entre nós, que sujeira desse cidadão que vazou, hein? Colocou interesses pessoais acima do clube. De torcedores assim, o Grêmio não precisa.

Para ler na íntegra.

Bitecos:

O Grêmio tem três jogadores de nome Biteco. São irmãos, os Bitecos. O Biteco mais velho é do grupo principal e o Odone já havia vendido o cidadão para o Hoffenheim da Alemanha por uma ninharia. O Biteco do meio é volante e joga, inclusive, na seleção sub-20 - ou qualquer coisa que o valha. Segundo os especialistas, joga menos que o Biteco mais velho – que tratam como craque. Ainda tem o Biteco caçula, que dizem (sempre assim!) ser o melhor da família. Enfim, em mais uma manobra, Fábio Koff conseguiu recontratar o mais velho dando em troca o do meio. Ou está quase conseguindo fazer isso. Mas que rolo. A torcida vibrou. Muito. Pediram até uma estátua para o véio. Menos. Posso estar (espero estar) redondamente enganado, mas, o Biteco mais velho, não joga nada. Não entendi toda a animação.

Arílson de Paula Nunes:

Começou mal. Tem medo de água (sério!)
O velho Paula Bala está na Fazenda. Ídolo tricolor. Como esquecer 1995 e 1996? Jogou em 2001 também, mas isso, melhor esquecer. Agora, com o seu bordão “não gosto muito da vida na Fazenda, mas gosto muito do cheiro de mulher”, uma ridícula tatuagem tribal no braço e uma espécie de urso no outro, ele está participando da sexta edição do reality show “A Fazenda”, da Record. Ao lado de figuras como: Denise “furacão da CPI” Rocha, Yudi “PLAYSTATION” Tamashiro, Andressa “essa bunda deve ser o cavalo” Urach, Marcos “teste de fidelidade” Oliver e Scheila “botox” Carvalho. Que momento! Que o diabo Loiro traga esse título para nós.